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sexta-feira, 16 de agosto de 2013

UNIMED: Inquérito Civil é encaminhado ao MPF/MA

No início desta semana, 70 clientes entregaram um abaixo-assinado ao MPE.

Promotora Lítia Cavalcanti


O Ministério Público Estadual remeteu, nesta sexta-feira(16),o Inquérito Civil nº 2/2013 da Promotoria de Justiça de Defesa do Consumidor, que apura irregularidades no plano de saúde Unimed São Luís, ao Ministério Público Federal (MPF). A decisão foi motivada pela participação da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) nas práticas que lesaram os consumidores, cabendo o julgamento à Justiça Federal.

A ANS instaurou regime especial de Direção Fiscal na Unimed São Luís, em março de 2010, ao constatar que a operadora não enviava à agência o Documento de Informações Periódicas das Operadoras de Planos de Assistência à Saúde (Diops) com as informações cadastrais e financeiras. Assim, a fiscalização e o acompanhamento da situação econômico-financeira e a manutenção dos dados cadastrais foi prejudicada.

Além disso, a agência descobriu que em 2007 havia um déficit financeiro de R$ 3,3 milhões e dívidas de R$ 2,6 milhões. Os indicadores de liquidez e endividamento demonstravam o comprometimento no capital da cooperativa em R$ 12,9 milhões. Mesmo assim, nenhuma medida foi adotada pela operadora de saúde para tentar sanear as dívidas.

A promotora de justiça Lítia Cavalcanti explica que, diante de tantas irregularidades comprovadas, a Diretoria Colegiada da ANS instaurou novo Regime Especial de Direção Fiscal em 2011. “O mais estarrecedor é o fato de a Agência Nacional de Saúde divulgar, em seu site, uma avaliação dos planos e afirmar que a Unimed São Luís recuperou sua situação assistencial e garantiu a melhora no atendimento”. A informação foi divulgada sob o título “Avaliação das operadoras no primeiro período de 2013”.

A titular da 2ª Promotoria de Justiça de Defesa do Consumidor questiona a divulgação da ANS, afirmando ao consumidor que a cooperativa está em recuperação, quando efetivamente, a mesma está em situação precária. “Com esta contradição dita por escrito e divulgada por meio oficial, a ANS se coloca em total descrédito perante os usuários de planos de saúde”.

Ela afirma, ainda, que apesar de a Unimed encontrar-se sob Regime Especial de Direção Fiscal nos anos de 2010, 2011 e 2012, a ANS não adotou nenhuma providência diante das ilegalidades. No período, a UPC, Hospital Português, Hospital São Domingos e Centro Médico suspenderam o atendimento aos usuários do plano.

Segundo as planilhas apresentadas pelo Hospital São Domingos ao Ministério Público, a dívida contraída pela Unimed São Luís é de R$ 10.418 milhões. Somados os valores declarados como débitos da operadora, em 2012, chega-se a um valor de RS 23 milhões, sem incluir os débitos com os demais hospitais que também se descredenciaram por falta de pagamento. Também há laboratórios, clínicas e médicos que não receberam os valores.

“O cenário de hoje era perfeitamente previsível, como consequência da situação extremamente difícil da cooperativa. No entanto, poderia ter sido evitado caso a ANS tivesse tomado as providências que lhe são conferidas por lei. Ao se omitir, a agência reguladora gerou o quadro de desespero e pânico instalado em São Luís”, afirma Lítia Cavalcanti.

Cavalcanti contesta a ausência de sanções e o fato de a Unimed estar livre para firmar novos contratos. “Além de tudo, a operadora mantém publicidade agressiva nos meios de comunicação, induzindo o consumidor a erro, pois tem pleno conhecimento de sua incapacidade de receber novas adesões e manter a prestação dos serviços dos usuários já contratados”. 

Divulgação/MPMA

Repórter da Globo Sandra Moreyra anuncia que está com câncer, nas redes sociais

“Pensei umas cem vezes antes de me expor”, escreveu a jornalista

Do R7



Repórter da Globo confessa que luta contra um câncer Reprodução/Twitter

A repórter da Globo Sandra Moreyra usou sua página nas redes sociais para anunciar sua luta contra um câncer no esôfago. Sempre discreta em relação a sua vida pessoal, a jornalista escreveu um desabafo na internet.

— Pensei umas cem vezes antes de escrever e me expor por aqui, mas tenho recebido muitas mensagens de tantos amigos que aí vai: comecei a químio.

Em outra postagem, Sandra Moreya deixou mais um recado aos seus seguidores.

— Volta ao Rio depois da primeira dose de quimioterapia. Ver a Baia de Guanabara e a Lagoa é muito reconfortante.

Homem que se exibia com dinheiro roubado no Facebook é preso

Suspeito integra quadrilha que rouba residências em várias cidades do Rio, diz polícia


  A Polícia Civil do Rio de Janeiro prendeu um integrante da quadrilha que assaltava residências em várias cidades do Estado do Rio. Após os roubos, Johnson Luis Alemange, de 31 anos, se exibia com o dinheiro furtado, além de postar fotos no Facebook, segundo informou a polícia.

Segundo investigações, o suspeito agiu com violência durante um assalto a uma residência em Niterói em junho deste ano. 

Johnson teria arrancado um dente do dono da casa, além de o agredir com uma coronhada na cabeça. O criminoso também teria cortado o cabelo de uma criança moradora da casa.

No momento da prisão, Johnson portava arma e drogas. Ele foi autuado por associação ao tráfico, receptação e porte ilegal de arma.


Ainda de acordo com a polícia, ele é o segundo na hierarquia do tráfico de drogas em Itaboraí, região metropolitana do Rio.

Cidades onde foram inaugurados hospitais ostentam ausência de investimentos em saúde preventiva


Os munípios recebem hospital mas  grande parte da população ainda vive sem  acesso a serviços de saneamento básico.


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Sem acompanhar os avanços do restante do país, o Maranhão enfrenta o desafio da perpetuação de sistemas inadequados de saneamento básico, e mais de um milhão e meio de pessoas que residem no estado convivem com a precariedade do sistema que é oferecido. Apesar do investimento do governo do estado na construção de Hospitais, a carência de políticas públicas voltadas para ações centradas na saúde preventiva como o saneamento básico ainda colocam o estado em posição vexatória, quando são divulgados indicadores a respeito deste tema.

O Atlas do Desenvolvimento Humano revela que algumas cidades onde recentemente foram inaugurados hospitais, como   Matinha, Tufilândia e Jenipapo dos Vieiras,   apresentam percentuais desanimadores quando o assunto é esgotamento sanitário adequado.

No ano de 1991, 10,39% das residências brasileiras não dispunham de saneamento básico adequado. Em 2000, esse número caiu para 8,91% e em 2010 a queda foi ainda maior indo para 6,12%.

Nessa mesma avaliação, em 1991 Matinha contava com 29,34% de residências com saneamento fora dos padrões. Em 2000 o município apresentou desvantagem ainda maior, 45,45% dos domicílios vivam em condições precárias neste quesito. A análise de 2010 foi ainda mais preocupante, o número subiu para 49,29%.

O reflexo desses dados para Tufilândia não foram tão diferentes. Em 1991, 6,08% das residências de Tufilândia não dispunham de saneamento básico adequado. Em 2000 esse número saltou para 68% e em 2010 ele regrediu, indo para 38,76%.

Os dados de Jenipapo do Vieiras apresentam uma precariedade semelhante. Em 1991 60,65% dos domicílios da cidade sofriam com as condições de saneamento básico. Em 2000 esse número caiu para 12,60% e em 2010 o percentual subiu para 16,87%.

O saneamento básico inadequado é um grande propulsor de contaminações de alimentos e de água, que, por conseguinte, resultam na transmissão de doenças.  A OMS (Organização Mundial de Saúde) estima que 6% das doenças de todo o mundo poderiam ser evitadas com tratamento adequado de água e esgoto.


maranhão da gente

Justiça proíbe prazo de validade em crédito de celular pré-pago

Decisão em recurso do Ministério Público Federal vale para todo o País, mas empresas ainda podem recorrer.

A Justiça Federal proibiu as operadoras de telefonia móvel de estabelecerem prazo de validade para créditos pré-pagos. A decisão da 5.ª Turma do TRF da 1.ª Região é válida para todo o território nacional. As empresas ainda podem recorrer.

O processo teve origem numa ação do Ministério Público Federal (MPF) contra a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) e as operadoras Vivo, Oi, Amazônia Celular e TIM. A decisão desta quinta-feira, 15, foi dada em resposta a um pedido de recurso do MPF em relação a uma decisão da 5.ª Vara Federal do Pará, que julgou regular a restrição temporal de validade dos créditos de celulares pré-pagos.

O MPF tenta anular uma cláusula prevista no contrato das operadoras que prevê a perda dos créditos adquiridos após determinado período ou que condicionem a continuidade do serviço à aquisição de novos créditos. Para o MPF, essas regras são "abusivas" e caracterizam "enriquecimento ilícito por parte das operadoras". Em primeira instância, no entanto, o pedido foi julgado improcedente.

Uma resolução da Anatel, de 2007, estabelece que os créditos podem estar sujeitos a prazo de validade. A operadora, no entanto, deve oferecer em suas lojas créditos com validade de 90 a 180 dias. No caso de inserção de novos créditos antes do prazo previsto para rescisão do contrato, os créditos não utilizados e com prazo de validade expirado são revalidados pelo mesmo prazo dos novos créditos adquiridos.

Em nota publicada ontem no site do Tribunal Regional Federal da 1.ª Região, o relator do processo, desembargador Souza Prudente, diz que o estabelecimento de prazos de validade para os créditos pré-pagos de celular configura um "confisco antecipado dos valores pagos pelo serviço público de telefonia, que é devido aos consumidores". Para o desembargador, a existência de prazos afronta "os princípios da isonomia e da não discriminação entre os usuários do serviço público de telefonia".

O magistrado afirma ainda que a medida contraria o Código do Consumidor. "A Anatel não pode nem deve extrapolar os limites da legislação de regência, como no caso, a possibilitar o enriquecimento ilícito das concessionárias de telefonia móvel."

De acordo com a decisão, as operadoras devem reativar, no prazo de 30 dias, o serviço de todos os usuários que o tiveram interrompido, restituindo a eles a exata quantia em saldo existente à época da suspensão dos créditos. A decisão deve ser cumprida em todo o território nacional, sob pena de multa diária no valor de R$ 50 mil.  

Oposição diz que governadora faz propaganda enganosa na televisão

Os deputados Othelino Neto e Bira do Pindaré criticaram, ontem, o programa partidário do PMDB, exibido na última terça-feira (13), e acusaram a governadora Roseana Sarney de fazer propaganda enganosa ao afirmar ter gerado 70 mil oportunidades reais de trabalho. Os parlamentares disseram querer saber onde estão esses empregos, já que o Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) dá conta que o Estado fez foi perder 14 mil vagas formais.

“Certamente, aquele dado anunciado pela governadora saiu de um texto escrito por alguém que inventou o número na tentativa de confundir a opinião pública; e Roseana, infelizmente, leu e falou mais uma inverdade. Ela diz que encontrou o Maranhão jogado às traças, o que não é verdade, pois o Estado estava bem cuidado pelo saudoso governador Jackson Lago. Está jogado às traças agora, mal cuidado e insultado todo dia na imprensa nacional”, disparou

Othelino observou que o programa do PMDB mostrou ainda o pré-candidato da governadora, o secretário estadual de Infraestrutura, Luís Fernando Silva, dizendo que o Maranhão está investindo milhões na Saúde e, coincidentemente, o Estado reapareceu de forma negativa, no último domingo (11), no horário nobre do fantástico da TV Globo, com o caso de uma jovem que deu à luz no chão, na porta de uma maternidade estadual por falta de leitos.

Com base no Cadastro de Geração de Emprego e Desemprego, Bira do Pindaré apresentou dados estatísticos sobre registro de emprego com carteira assinada no estado que revelam que “o Maranhão não consegue gerar empregos; pelo contrário, está diminuindo a oferta de emprego no estado. E a governadora ainda vai para a televisão dizer que gerou mais de 70 mil empregos”, condenou.

“O governo está tocando mais de mil obras, aquecendo a construção civil e a geração de empregos. Então, o Estado do Maranhão hoje não está em apatia, vem se desenvolvendo em todos os aspectos em todos os municípios”, disse.

Prefeitura descumpre TAC do transporte e pode pagar multa

Acordo foi firmado no dia 16 de maio com a promotora Lítia Cavalcanti.


Biaman Prado/O Estado O TAC previa elaboração de projetos e metas de melhorias no sistema de transporte público.

 A Prefeitura de São Luís pode pagar multa diária de R$ 1 mil, por descumprimento de 10 cláusulas constantes no segundo Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) firmado com o Ministério Público Estadual (MP) para elaboração de projetos e metas de melhorias no sistema de transporte de passageiros no âmbito do município. O acordo foi firmado no dia 16 de maio com a promotora de Justiça de Defesa do Consumidor, Lítia Cavalcanti, e a administração do prefeito Edivaldo Holanda Júnior (PTC), que até o momento ainda não cumpriu as cláusulas do documento.

Segundo a promotora Lítia Cavalcanti, ainda não houve, por parte do Ministério Público, nenhuma execução de penalidades. Porém, ela ressaltou que fica valendo a multa que consta no documento, caso não haja nenhuma manifestação da Prefeitura de São Luís. "Caso haja justificativa plausível da Prefeitura, pelo não cumprimento das resoluções, a gente pode até dar mais um prazo, pois o nosso entendimento é para que o problema seja resolvido. Se houver um esforço do Município, a gente pode até rever o prazo limite", declarou.

Ação - Lítia Cavalcanti disse que inicialmente o Ministério Público entrou na Justiça com uma Ação Civil Pública (ACP) contra a Prefeitura por ainda não ter feito licitação do transporte coletivo. "Isso é uma situação que perdura décadas em São Luís. Como não houve diálogo [na gestão do ex-prefeito João Castelo], resolvemos fazer um TAC. E como houve mudança recente de gestão na esfera municipal e não foram cumpridas as cláusulas, decidimos entrar com um segundo aditivo. Porém, sabemos que essa não é uma coisa simples", frisou a promotora.

Para o presidente da Comissão de Transporte da Câmara de São Luís, vereador Fábio Câmara (PMDB), a Prefeitura de São Luís, por meio da SMTT, mostra que não respeita mais a Justiça. "Foi feito um Termo de Ajustamento de Conduta com o Ministério Público, assinado pelo prefeito Edivaldo Holanda Júnior e a promotora de Justiça de Defesa do Consumidor, Lítia Cavalcanti, firmado no dia 16 de maio deste ano e a cláusula segunda diz que o Município de São Luís se compromete em encaminhar o projeto de lei disciplinando o novo marco regulatório do serviço público de transporte de passageiro à Câmara Municipal de São Luís até o dia 30 de julho deste ano. Porém, isso nunca ocorreu, o que mostra que o prefeito não respeita nem a Justiça", enfatizou Fábio Câmara.

O parlamentar frisou que a cláusula sexta, do mesmo TAC, destaca que o Município de São Luís se obriga a realizar auditoria financeira do sistema de trânsito e transporte de passageiros até o dia 30 de julho deste ano. "No entanto, o prefeito não executou o acordo e nem encaminhou nada à Câmara de São Luís, deixando o parlamento municipal sem respostas", disse o presidente da Comissão de Transportes da Câmara.

Calote - Fábio Câmara ressaltou também a oitava cláusula, em que, segundo ele, a Prefeitura de São Luís comete calote. "Já é comum essa administração dar calote, pois nessa cláusula o Ministério Público alerta para o caso de descumprimento do TAC. Por dolo ou atraso injustificado das resoluções constantes desse documento, será aplicada multa diária de R$ 1 mil. Mas uma vez quem vai pagar esse débito é o dinheiro do povo, pois o prefeito não cumpriu o acordo com o Ministério Público", frisou.

Vereador vai requerer instalação de CPI

O vereador Marquinhos (PRB) deve encaminhar até a próxima semana requerimento solicitando a instalação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para apurar supostas irregularidades na manutenção do sistema de transporte coletivo em São Luís.

Para o parlamentar, a ideia é abrir a "caixa preta" do sistema para que a sociedade possa conhecer as mazelas que impedem a promoção de um serviço de qualidade para milhares de usuários do setor na capital maranhense.

"Estamos terminando de elaborar esse requerimento para instalarmos a CPI dos Transportes e em seguida estaremos colhendo as assinaturas para que a gente, na próxima semana, possa estar dando entrada junto à Mesa Diretora da Câmara Municipal de São Luís na formalização da comissão", declarou o vereador Marquinhos.

Para que a CPI dos Transportes venha a ser instalada na Casa, são necessárias mais de 14 assinaturas. Segundo o vereador Marquinhos, ele já conta com a possibilidade de oito colegas de parlamento que se mostraram favoráveis à instalação de um processo de investigação no Legislativo Municipal.

Mais

A cláusula primeira do Termo de Ajustamento de Conduta estabelece que a Prefeitura deveria cumprir o processo licitatório do transporte coletivo até a data limite de 30 de novembro de 2013.

Na cláusula segunda, o Município deveria ter encaminhado à Câmara Municipal de São Luís até o dia 30 de julho deste ano, Projeto de Lei disciplinando o novo marco regulatório do serviço público de transportes de passageiros, o que não ocorreu.

A cláusula terceira determina que a Prefeitura deve iniciar o processo licitatório até o dia 30 de agosto deste ano, "objetivando a contratação de empresa habilitada para prestação do serviço de bilhetagem automática, incluindo os módulos de biometria e bilhete único, cujo controle do sistema será realizado pelo Município".
A quarta cláusula estabelece que o Município de São Luís se compromete em repassar, em caráter indenizatório, ao Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros (SET), o percentual de 6,60% do custo total do sistema, apurado mediante Termo de Ajuste de Contas a ser elaborado pela Secretaria Municipal de Trânsito e Transportes (SMTT), nos termos do artigo 59, da Lei 8.666/1993 (das licitações).

O pagamento deve ser feito em três meses, até o dia 30 de cada mês, a contar da data de assinatura do termo, por meio de depósito da Prefeitura.

A quinta cláusula destaca que o Município deveria assumir a obrigação de elaborar, de forma consensual, um Plano de Ação, para a implementação de melhorias no sistema de transporte, até 10 de junho deste ano, para vigorar até a efetiva concessão do serviço.

Na sexta cláusula, o TAC determina que a Prefeitura de São Luís ficaria obrigada a realizar auditoria financeira no sistema de transporte coletivo de passageiros até 30 de junho de 2013, comprometendo-se em apresentar soluções econômicas para o sistema até o dia 27 de julho deste ano.

A sétima cláusula tem a eficácia do título executivo extrajudicial, com base nos termos do art. 5º, parágrafo sexto, da Lei nº 7.347/1985 e do art. 585, inciso II, do Código de Processo Civil, podendo ser executado imediatamente após vencimento dos prazos previstos para o cumprimento das obrigações pactuadas, independente de prévia notificação.

Já a cláusula oitava alerta para a hipótese de descumprimento das disposições do TAC, por dolo ou culpa, assim como atraso injustificado das resoluções constantes no documento, será aplicada multa diária de R$ 1 mil. As demais cláusulas apenas tratam de questões jurídicas de efetivação da assinatura do termo.