Moderno equipamento de hemodiálise já está em funcionamento no Hospital Carlos Macieira
Um
moderno equipamento que substitui a função renal em pacientes
internados em Unidades de Terapia Intensiva (UTI) foi adquirido pela
Secretaria de Estado da Saúde (SES) para o Hospital de Referência
Estadual de Alta Complexidade Carlos Macieira. A máquina é específica
para hemodiálise contínua em pacientes muito graves e, com apenas um
kit, é capaz de realizar reposição renal por até 72 horas. Pacientes que
não suportariam uma diálise tradicional, que dura em torno de cinco
horas, serão os grandes beneficiados.
O HCM é o primeiro hospital público do Maranhão a contar com este equipamento para hemofiltração, que entrou em funcionamento nesta quarta-feira (1). O grande diferencial é que os nefrologistas definem os parâmetros da diálise e a equipe da UTI ficará responsável pelo manejo da máquina. “É um equipamento altamente moderno e que vai ajudar a restabelecer os pacientes renais de UTI”, afirma o secretário estadual de Saúde, Ricardo Murad.
Médicos,
enfermeiros e técnicos de enfermagem do HCM já foram treinados para
manusear a máquina de terapia de reposição renal contínua. “Com esse
equipamento, a diálise não afeta a estabilidade da pressão arterial do
paciente grave, que tem melhor resultado na função renal”, ressalta o
nefrologista Carlos Macieira.
A coordenadora de enfermagem do HCM, Frankcelina Lima, diz que as equipes estão extremamente motivadas com a aquisição deste equipamento. “Estamos sempre promovendo a qualificação dos funcionários e este moderno equipamento vai gerar grandes benefícios aos pacientes gravemente enfermos”, informou.
A SES vem investindo na assistência a pacientes renais atendidos em sua rede. Dia 18 de abril, o Hospital Estadual de Presidente Dutra começou a oferecer o serviço de hemodiálise para internados em sua UTI. São duas máquinas funcionando 24 horas para atender pacientes graves, assistência pela primeira vez oferecida naquela unidade de saúde.
A insuficiência renal sobrevém quando os rins não conseguem remover os resíduos metabólicos do corpo, nem realizar as funções reguladoras. As substâncias normalmente eliminadas na urina acumulam-se nos líquidos corporais em conseqüência da excreção renal prejudicada, levando a uma ruptura nas funções metabólicas e endócrinas bem como a distúrbios hídricos, eletrolíticos e ácido-básicos.
A insuficiência renal aguda (IRA) é uma síndrome clínica em que o organismo perde sua capacidade de excreção metabólica através da urina, devido a uma rápida e acentuada deterioração da função renal. Dada a forma abrupta de sua instalação, nem os rins nem os outros sistemas metabólicos do organismo tem como desenvolver adaptações fisiológicas suficientes para corrigir as novas condições metabólicas que ameaçam a vida do indivíduo, se não forem corrigidas a tempo.
O HCM é o primeiro hospital público do Maranhão a contar com este equipamento para hemofiltração, que entrou em funcionamento nesta quarta-feira (1). O grande diferencial é que os nefrologistas definem os parâmetros da diálise e a equipe da UTI ficará responsável pelo manejo da máquina. “É um equipamento altamente moderno e que vai ajudar a restabelecer os pacientes renais de UTI”, afirma o secretário estadual de Saúde, Ricardo Murad.
A coordenadora de enfermagem do HCM, Frankcelina Lima, diz que as equipes estão extremamente motivadas com a aquisição deste equipamento. “Estamos sempre promovendo a qualificação dos funcionários e este moderno equipamento vai gerar grandes benefícios aos pacientes gravemente enfermos”, informou.
A SES vem investindo na assistência a pacientes renais atendidos em sua rede. Dia 18 de abril, o Hospital Estadual de Presidente Dutra começou a oferecer o serviço de hemodiálise para internados em sua UTI. São duas máquinas funcionando 24 horas para atender pacientes graves, assistência pela primeira vez oferecida naquela unidade de saúde.
A insuficiência renal sobrevém quando os rins não conseguem remover os resíduos metabólicos do corpo, nem realizar as funções reguladoras. As substâncias normalmente eliminadas na urina acumulam-se nos líquidos corporais em conseqüência da excreção renal prejudicada, levando a uma ruptura nas funções metabólicas e endócrinas bem como a distúrbios hídricos, eletrolíticos e ácido-básicos.
A insuficiência renal aguda (IRA) é uma síndrome clínica em que o organismo perde sua capacidade de excreção metabólica através da urina, devido a uma rápida e acentuada deterioração da função renal. Dada a forma abrupta de sua instalação, nem os rins nem os outros sistemas metabólicos do organismo tem como desenvolver adaptações fisiológicas suficientes para corrigir as novas condições metabólicas que ameaçam a vida do indivíduo, se não forem corrigidas a tempo.