segunda-feira, 16 de setembro de 2013
Reajuste da gasolina sai até 21 de outubro
Mensalão no STF vira ‘jogo de xadrez’
Professores estaduais fazem paralisação de advertência
Em São Luís, os educadores se concentrarão na em frente à Biblioteca Pública Benedito Leite, na Praça Deodoro, a partir das 8h30. De lá sairá uma comissão para protocolar ação judicial junto ao Ministério PúblicoMinistério Público.
Em agosto, a diretoria do Sinproesemma protestou contra o não pagamento e o secretário Pedro Fernandes (Seduc) assegurou que alguns pagamentos seriam feitos em folha suplementar a ser paga no dia 10 de setembro. Os números que apareceram nos contracheques de muitos trouxe mais confusão, pelo fracionamento. “O governo do estado pagou o retroativo de fevereiro e metade do de março, e, o pior, sem qualquer comunicado oficial”, criticou o presidente do Sinproesemma, professor Júlio Pinheiro durante a assembleia.
O Sindicato pretende realizar mensalmente esse protesto aumento o número de dias parados, não descartando a realização de uma greve por tempo indeterminado.
Na garra! Sampaio empata com Luverdense
domingo, 15 de setembro de 2013
Contra a Ponte, Flamengo tenta superar mau retrospecto contra os sufocados
Fla vem sofrendo contra rivais ameaçados pela degola.
Na luta contra o rebaixamento, o confronto direto ganha ares de decisão. Contra a Ponte Preta, neste domingo, às 16h, no Moisés Lucarelli, o Flamengo tem a chance de aumentar a distância para os quatro últimos colocados e afundar ainda mais o penúltimo do Brasileiro. Mas o histórico rubro-negro contra os times da parte de baixo da tabela não é dos melhores.No primeiro turno, o Flamengo não venceu os times que hoje ocupam a zona de rebaixamento.
A Ponte Preta, por exemplo, conquistou uma de suas quatro vitórias no Brasileiro justamente sobre o Fla - 2 a 0 em Juiz de Fora. O lanterna Náutico, que ganhou apenas duas vezes na competição, fez 1 a 0 jogando em Florianópolis. Contra a Portuguesa foi a única vez que o Flamengo fez gol sobre algum dos times que hoje cairiam. Mas sofreu o empate no fim, com gol do goleiro Lauro.
Diante do São Paulo, empate em 0 a 0.O goleiro Paulo Victor tenta encontrar uma explicação para um retrospecto tão ruim contra os lanterninhas: “Não analiso muito isso. Vejo jogo a jogo. Cada jogo é uma situação. Às vezes você encontra dificuldades contra os times de baixo, e contra os de cima, não. Os times lá de baixo querem vencer a todo custo. E os de cima são times que deixam jogar mais.”A Ponte Preta é um caso particular. Além do desempenho ruim contra os times da zona de rebaixamento, o Flamengo há muito tempo encontra dificuldades quando enfrenta a Macaca.
A última vitória rubro-negra no confronto aconteceu no primeiro turno do Campeonato Brasileiro de 2005: 1 a 0, gol de Jônatas. De lá para cá foram três empates e três derrotas, duas delas nos confrontos mais recentes.No Moisés Lucarelli, o Flamengo não ganha desde 1999. No período, o Rubro-Negro enfrentou a Ponte oito vezes: quatro empates e quatro derrotas.“Isso não entra no campo. Cada jogo é um jogo. Sabemos que é difícil enfrentar a Ponte em Campinas, mas vamos buscar os três pontos”, disse Paulo Victor.
Rock in Rio: Casal é roubado e sofre para registrar ocorrência
Onda de assaltos e furtos continua desafinando a diversão de quem quer apenas curtir a segunda noite do festival.
No meio da multidão que lota a Cidade do Rock, uma onda de assaltos e furtos continua desafinando a diversão de quem quer apenas curtir a segunda noite do Rock in Rio, neste sábado. No início da apresentação do Capital Inicial, o casal Marcel do Amaral, 20, e Julia Maria, 19, foi assaltado por, pelo menos, dois bandidos.Ele perdeu um Iphone 5, avaliado em R$ 2 mil. Ela, uma câmera e a bolsa com documentos e R$ 500. "Eu estava perto do Bob's filmando o show.
Aí, veio um cara, me empurrou e levou o celular. Depois, veio um outro e pegou as coisas dela. Não dava para ver quantos eram", disse Marcel. Um dos assaltantes tinha uma tatuagem tribal no braço.
Quando foram registrar o caso na Delegacia Móvel, mais um contratempo. É que, no local, não havia papel para imprimir o Boletim de Ocorrência (B.O).
"Tentamos voltar para o show, mas o segurança disse que não poderia sem o BO", Depois de minutos de espera, policiais garantiram ao casal que a situação já estava sendo solucionada.
Bandidos fazem 'arrastões' e furtam dezenas de celularesDezenas de pessoas foram furtadas nos shows do Rock in Rio nesta sexta-feira à noite. A apresentação do DJ David Guetta parece ter sido escolhida pelos criminosos para fazer uma espécie de arrastão no público.
Somente numa área do gramado, 37 celulares foram roubados em poucos minutos.Além da falta de segurança, outra reclamação foi com a demora no atendimento para fazer o registro de ocorrência. O sistema da Polícia Civil saiu do ar várias vezes, o que fez com que algumas pessoas esperassem até duas horas para fazer o boletim. Pelo menos três homens foram detidos com material de roubo.
Houve caso em que a vítima se atracou com o bandido na área de shows. Foi o que aconteceu com o artista plástico Maxtaine Teixeira Cardoso, 37 anos. Ao identificar o homem que levou seu celular de R$ 2 mil, ele ainda tentou negociar a devolução. Diante da negativa, ele entrou em luta corporal com o ladrão e acabou a noite com cinco pontos na testa."Percebi que durante a apresentação do tributo do Cazuza, um homem se debruçou sobre mim. Foi rápido. Quando coloquei a mão no bolso, ele já tinha levado meu celular de R$ 1, 8 mil. Fui atrás dele e pedi meu telefone de volta. Fiquei nervoso quando ele falou que não tinha me roubado e fui para cima dele. Não entendo como um evento desse porte, tem tanta gente roubada. Iria vir amanhã (sábado), mas até desisti. Vou vender meu ingresso", reclamou o artista plástico.
No grupo dos furtados no show do DJ está o auxiliar de logística Norton Alves, 20 anos. Ele contou que os bandidos chegavam empurrando, como se tivesse dançando, e roubavam em sequência as pessoas. É o que relata também o estudante de Medicina Osmar Rodrigues, que teve o celular roubado. "Era a mesma turminha. Eles chegavam perto e saiam levando o que conseguissem pegar", contou ele, que teve o telefone retirado de dentro do bolsa da bermuda.A consultora Patrícia dos Santos, 40 anos, estava inconformada. O celular da filha dela foi roubado quando a jovem segurava o telefone. Ela reclamou da falta de segurança no local. "Não achamos ninguém por perto para nos auxiliar. O aparelho roubado custa cerca de R$ 2, 5 mil. Meu conselho é que ninguém venha com celular para cá, porque estão roubando mesmo".