Depois de
já derrubar quase todas as arvores localizadas nos canteiros públicos, a
prefeita que já é conhecida como Têca Motosserra volta a agir
novamente, dessa vez a vitima foram as arvores tradicionais do bairro da
maçaranduba.
quinta-feira, 11 de setembro de 2014
Edinho Lobão tentar se descolar da família Sarney
por johncutrim
Carlos Madeiro
Do UOL
Candidato da situação ao governo do Maranhão, o senador Edison Lobão Filho (PMDB) aproveitou um debate na noite dessa quarta-feira (10), na Federação da Indústria do Maranhão, para tentar se descolar da família Sarney.
Lobão Filho fez críticas ao clã e disse que o ciclo de governo dos Sarney será encerrado deixando “imensos problemas”.
Lobão Filho está na segunda colocação na corrida pelo governo do Estado, segundo pesquisas de intenção de voto, atrás do ex-presidente da Embratur, Flávio Dino (PC do B).
“A partir de agora é preciso analisar que Estado vamos querer. Entro na política no momento em que se encerra um ciclo no nosso Estado, o ciclo da família Sarney. O presidente [José] Sarney sai da política, Roseana [Sarney] sai da política. Começa uma nova vida no Estado”, afirmou.
Em entrevista ao jornal “O Imparcial”, no dia 25 de agosto, Roseana afirmou que estava participando da campanha eleitoral de Lobão Filho, mas, assim como o pai dele, Edson Lobão, não é vista ao lado do candidato do governo nos atos de campanha.
Em junho, José Sarney anunciou sua aposentadoria, ao dizer que não iria disputar a reeleição ao Senado pelo Estado do Amapá. Também em junho, foi a vez da governadora Roseana Sarney (PMDB) anunciar que não iria disputar uma vaga no Senado pelo Maranhão e anunciar sua saída da política.
Durante sua fala, Lobão Filho também disse que o Estado será entregue ao próximo governador com problemas. “O Maranhão tem grandes desafios, tem grandes, imensos problemas”, afirmou.
“Amigo empresário”
O candidato Lobão Filho também falou sobre sua relação com o “amigo” e empresário Luiz Carlos Cantanhede Fernandes, proprietário da empresa Atlântica Serviços Gerais, que venceu licitação do TRE (Tribunal Regional Eleitoral) e vai gerir as urnas eletrônicas no dia da votação no Maranhão.
O candidato Lobão Filho também falou sobre sua relação com o “amigo” e empresário Luiz Carlos Cantanhede Fernandes, proprietário da empresa Atlântica Serviços Gerais, que venceu licitação do TRE (Tribunal Regional Eleitoral) e vai gerir as urnas eletrônicas no dia da votação no Maranhão.
“Meu amigo Cantanhede foi atacado por vencer uma licitação do TRE, um homem íntegro, conhecido por vocês aqui. Veja o baixo nível da campanha, da imprensa, das redes sociais”, disse.
O candidato também aproveitou para defender seu pai, o ministro de Minas e Energia Edson Lobão, das denúncias do ex-diretor de Abastecimento da Petrobras, Paulo Roberto da Costa –que o acusou, junto com outras autoridades, a receber propina para ajudar a fechar contratos com a empresa.
“Meu pai tem 40 anos de política. Se alguma coisa ficar provada contra ele, eu, sendo governador, renuncio na mesma hora. Se há alguém que boto a minha no fogo, essa pessoa é o meu pai”, destacou.
Folha de São Paulo alerta para os riscos da contratação de aliado de Sarney pelo TRE-MA
Editorial: Raposas e galinheiros
“Confiança” é palavra fundamental no léxico da democracia representativa. Enquanto sistemas autoritários de governo se sustentam numa relação de força, modelos democráticos se legitimam com a delegação do poder a mandatários escolhidos pela população.
Existem diferentes teorias para explicar por que, exatamente, esse processo dá certo, mas há consenso em torno de um aspecto: ele só funciona sem sobressaltos quando os cidadãos acreditam que seus votos são colhidos e computados de forma correta, livre de manipulações. Do contrário, a própria representação é posta em xeque.
A reflexão torna-se oportuna por causa de uma notícia preocupante. A gestão das urnas eletrônicas nos 217 municípios do Maranhão foi confiada, nas eleições deste ano, a uma empresa cujo dono tem vínculos com a família Sarney.
Não se trata de prejulgar Luiz Carlos Cantanhede Fernandes e sua empresa, a Atlântica Serviços Gerais, a quem o Tribunal Regional Eleitoral maranhense, após realizar licitação, incumbiu a responsabilidade de fornecer os 616 funcionários encarregados de transportar e armazenar as urnas, carregá-las com o software e transmitir os dados da votação.
Não surgiu, por ora, nenhum indício material de que uma fraude esteja em curso. Fernandes, porém, não apenas é sócio do marido da governadora Roseana Sarney (PMDB) como também apareceu, em 2002, num episódio nebuloso envolvendo a apreensão de uma grande soma de dinheiro em espécie numa empresa de Roseana.
Tais fatos deveriam ter bastado para deixá-lo de fora da licitação. E, como se não fossem suficientes, suspeita-se de que Fernandes tenha ligações pessoais com Lobão Filho (PMDB), candidato a governador com a bênção dos Sarney.
A situação só é possível porque o Tribunal Superior Eleitoral decidiu descentralizar a gestão das urnas. Até 2010, o serviço era prestado por uma única empresa em todo o país. Agora, cada um dos TREs deve contratar seu fornecedor.
Em alguns Estados, nos quais a política e a economia são dominadas por grupos poderosos, encontrar empresas sem ligações suspeitas é tarefa inglória. Daí não decorre, por óbvio, que as precauções devam ser relaxadas. Quando existe desconfiança quanto à lisura do processo eleitoral, a própria democracia termina maculada.
Marina se compara a Lula e diz que ministro Lobão causa ‘vergonha’
por Garrone
ITALO NOGUEIRA (FOLHA DE SÃO PAULO)
A ex-ministra Marina Silva (PSB), candidata à Presidência, afirmou nesta quinta-feira (11) que o PT e o PSDB se aliaram para criar boatos sobre seu programa de governo. Ela criticou o que chamou de tentativa de desconstrução de sua imagem com críticas de petistas sobre sua passagem no governo Lula, e também alfinetou a gestão da presidente Dilma Rousseff (PT) no setor energético, ao afirmar que o ministro Edison Lobão (Minas e Energia) causa “vergonha alheia” ao governo.
Marina comparou as críticas de que tem sido alvo ao mesmo que ocorreu com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva durante as eleições de que participou.
“Os dois partidos se uniram para espalhar boatos. O Aécio se perfilou com o PT agora fazendo o mesmo trabalho de desconstrução de uma forma preconceituosa, utilizando os mesmos argumentos usados contra o presidente Lula”, afirmou.
“Mesmo tendo sido vereadora, deputada, senadora e ministra, [ele diz]: ‘A Marina é boazinha’. A pior desconstrução é a que parte do falso elogio. ‘Mas é inexperiente, não tem capacidade’. [...] Vejo o que está acontecendo comigo o que ocorreu com o Lula. O Collor venceu o Lula em cima de muitas mentiras. Talvez por isso tenha pago um preço muito alto. Não se pode ser presidente em cima de mentiras”, disse a candidata do PSB durante sabatina do jornal “O Globo”.
Recentemente, a presidenciável do PSB criticou Lula por, segundo ela, repetir “um acervo de desqualificações e preconceitos” que ele mesmo sofrera quando disputou o Planalto.
Ela citou como boatos a suposta ameaça à exploração do pré-sal e à continuidade de programas sociais, e a subserviência a banqueiros.
Marina criticou também ex-companheiros do governo Lula que agora a criticam. Sem citá-lo nominalmente, lembrou araques feitos recentemente pelo ministro Gilberto Carvalho (Secretaria-Geral).
“Coisas que eu não falei quando estava no governo, não tenho o direito de falar hoje. Isso [criticar ex-colegas de governo] não denuncia nada sobre as pessoas de quem estou falando, mas a mim, o meu caráter. Outro dia recebi críticas de um ex-colega. Da minha experiência com ele no governo, só tenho boas lembranças. O que ele diz ao meu respeito que não disse antes, tomo como sendo uma crítica política, por circunstâncias”, disse Marina.
“VERGONHA ALHEIA“
Apesar de se dizer contrária às críticas pessoais, ela alfinetou o ministro Edison Lobão (Minas e Energia), com quem conviveu por cinco meses no governo federal. “É uma vergonha alheia quando começa a falar de energia”.
Marina afirmou que a estratégia de ambos decorre da ausência de um programa de governo, que tanto a presidente Dilma como Aécio Neves (PSDB) ainda não lançaram, a menos de um mês da eleição.
“Quero discutir ideias. Eu gostaria que o Aécio e a Dilma tivessem apresentado o programa de governos. Isso significa ganhar a eleição com um cheque em branco, com diretrizes genéricas para fazer o que bem entende com aqueles que tem a lógica de tomar um pedaço do Estado para chamar de seu.”
A candidata voltou a afirmar que pretende governar com os melhores quadros de diferentes partidos, citando nominalmente o PDT, PMDB, PSDB e PT. Ela chamou a tentativa de “aeróbica do bem”, por tentar valorizar as instituições partidárias.
“Se eu fizesse a aeróbica do mal, faria como fazem hoje: pegaria só os piores quadros dos partidos. Não gasto tempo falando do Renan, Collor e Sarney. Gasto mais tempo mencionando o Jarbas [Vasconcelos], [Pedro] Simon [todos políticos do PMDB]“.
Marina defendeu investimentos na exploração do pré-sal, mas disse que o Brasil, assim como outros países, deve apostar no desenvolvimento de novas fontes de energia. Ela reconheceu, contudo, que o petróleo seguirá como principal fonte na matriz energética no curto prazo.
A candidata do PSB afirmou que a ameaça ao pré-sal não vem de sua candidatura, mas da corrupção e a má gestão da Petrobras.
“O que ameaça o pré-sal é o que está sendo feito com a empresa. Uma empresa que vale a metade do que valia quando Dilma assumiu e que deve quatro vezes o que devia antes. Lançaram uma cortina de fumaça sobre esse tema talvez já sabendo das denúncias que viriam. [...] Os partidos perderam o vínculo com a sociedade. Como as pessoas vão confiar em um partido que coloca por 12 anos um diretor para assaltar os cofres da Petrobras”, disse ela.
Marina afirmou que não suspenderá as obras da usina hidrelétrica de Belo Monte, mas afirmou que levará em consideração os impactos ambientais e sociais na continuidade da obra.
quarta-feira, 10 de setembro de 2014
Alberto Youssef ameaça entregar Roseana Sarney e dar mais detalhes do Petrolão
por Leandro Miranda Blog Marrapá

O jornalista Lauro Jardim, editor da
coluna Radar, da revista Veja, afirma que o doleiro Alberto Youssef está
disposto a abrir o jogo sobre os bastidores dos governos do PT e a
Petrobrás.
Com a delação premiada, ele falaria tudo
— ou quase —, dando as informações elementares sobre como fazia para
lavar os milhões de reais extraídos de negócios com a Petrobrás e para
quem repassava reais “limpinhos”.
O doleiro também ameaça dar detalhes da
negociata para o pagamento dos precatórios da Constran, que resultou
no prejuízo de R$ 120 milhões aos cofres públicos do Maranhão e em uma
mala preta recheada com R$ 1,4 milhões em suborno entregue por Youssef a
um assessor do Palácio dos Leões.
A governadora Roseana Sarney novamente está em apuros!
Só acredita no Ibope quem acredita em Papai Noel, diz deputado de Roseana
O deputado estadual Camilo Figueiredo praticamente decretou o rompimento definitivo com o grupo Sarney.
Em pronunciamento na sessão legislativa desta terça-feira, o parlamentar do PR abriu fogo contra aliados do governo Roseana Sarney (PMDB) e questionou o resultado da pesquisa do Ibope, divulgada no sábado pelo Sistema Mirante de Comunicação, que mostra o playboy Edinho Lobão (PMDB) a doze pontos de diferença do líder na disputa pelo governo do Maranhão, Flávio Dino.
“Essa pesquisa que foi divulgada pelo Ibope no Maranhão. Essa pesquisa Ibope só acredita quem acredita em Papai Noel”, disse o deputado da tribuna da Assembleia.
Camilo também comentou a reportagem divulgada no último domingo pelo Fantástico, que denunciou aliados de Edinho Lobão (PMDB) nos municípios de Bom Jesus das Selvas e Codó, revelando detalhes da suposta negociação entre Edimar Cutrim – tio do presidente do Tribunal Regional Eleitoral, Fróz Sobrinho – para livrar o prefeito Zito Rolim (PV) das condenações por compra de votos e abuso de poder político.
“O prefeito de Codó anda dizendo que esse processo não vai ser julgado, que ele não vai ser cassado. Ele assumiu um compromisso de votar no filho do Edmar Cutrim com a garantia de que o filho do Edmar Cutrim irá garantir o mandato dele. Eu não acredito, de forma nenhuma, ou melhor, tenho certeza de que o Edmar Cutrim, que é pai do Glaubert Cutrim, não manda no Tribunal Eleitoral do Maranhão”, afirmou Camilo Figueiredo.
PMDB já admite demissão de Lobão
por Garrone
Lobão: com o pé fora do Ministério depois que foi denunciado à Polícia Federal de participar do Petrolão
De férias desde a última
terça-feira, o ministro Edison lobão já contas os dias para deixar o
Ministério das Minas e Energia. Em sua coluna, o jornalista Cláudio
Humberto revela que o PMDB já admite a sua demissão, pois considera
difícil brigar por sua manutenção caso sejam confirmadas das denúncias
de seu envolvimento no Petrolão.
Lobão no último dia 8
participou de uma missa em Coelho Neto ao lado do seu filho, Edinho,
candidato ao governo do Maranhão, e do prefeito Soliney Silva.
Pelo visto só Deus salva…
Leia as notas do Cláudio Humberto
Delação: PMDB já admite a demissão de Lobão
Assim como Guido Mantega
(Fazenda), que já teve sua demissão confirmada em eventual segundo
governo de Dilma, o ministro Edison Lobão (Minas e Energia) também
entrou na lista negra da presidenta. No PMDB, lideranças admitem que
será difícil o partido brigar para manter Lobão no cargo, caso venham a
ser confirmados os rumores de sua participação no esquema bilionário de
corrupção na Petrobras.
Delação premiada
Lobão é um dos graúdos do PMDB citados pelo ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa em depoimento à Polícia Federal.
Tô fora
O ministro Edison Lobão
está de férias desde terça-feira. O secretário-executivo, Márcio
Zimmermann, assumiu interinamente o cargo.
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