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sexta-feira, 4 de abril de 2014

Roseana fica no governo e como sempre promete concluir obras

Roseana fica no governo
Roseana fica no governo
Roseana anunciou agora há pouco que vai continuar no governo para que possa concluir as obras prometidas.
A decisão de Roseana, na verdade, foi forçada pela falta de acordo com o deputado Arnaldo Melo e o seu baixo desempenho nas pesquisas para o Senado, onde ela se considerava imbatível.
Levantamentos publicados a colocam na frente da disputa, mas por pouca margem de diferença o que a levaria a correr riscos de ser vergonhosamente derrotada.
Com um governo mal avaliado pela população e o desgaste do nome Sarney, Roseana resolveu sair pela tangente – como sempre faz – e diz que fica no governo para que possa se dedicar à família e concluir essas benditas obras, que já estão com os prazos vencidos.
Fica no governo também por pura birra, pois acredita que somente assim manteria a candidatura de Luís Fernando, bombardeada pelos próprios aliados descontentes com o seu baixo desempenho nas pesquisas.

Ipea diz que são 26% e não 65% os que apoiam ataques a mulheres

Instituto do governo informa que errou ao divulgar pesquisa sobre estupros. Constatado erro, diretor de Estudos e Políticas Sociais pediu exoneração.

Do G1, em Brasília

Correção pesquisa Ipea violência contra mulheres (Foto: Editoria de Arte / G1)
O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), órgão do governo federal, informou nesta sexta-feira (4) que errou ao divulgar na semana passada pesquisa segundo a qual 65,1% dos brasileiros concordam inteiramente ou parcialmente com a frase "Mulheres que usam roupas que mostram o corpo merecem ser atacadas". De acordo com o instituto, o percentual correto é 26%.

O diretor de Estudos e Políticas Sociais do Ipea, o cientista social Rafael Guerreiro Osório, pediu exoneração assim que o erro foi constatado, informou o instituto. Osório ingressou no Ipea em 1999 e é autor de estudos sobre mobilidade social, desigualdade e pobreza.

A pesquisa divulgada com erro é intitulada "Tolerância social à violência contra as mulheres" e teve ampla repercussão. A presidente Dilma Rousseff chegou a comentar por meio do microblog Twitter. Com base nos dados da pesquisa, ela disse que o país tem "muito o que avançar no combate à violência contra a mulher".

Em razão da pesquisa, a jornalista Nana Queiroz, de Brasília, lançou um protesto chamado "Eu não mereço ser estuprada", que se espalhou pelas redes sociais, com fotos de homens e mulheres reproduzindo a frase em fotos pessoais. Pelo Twitter, ela disse que foi ameaçada de estupro devido à repercussão da campanha e recebeu a solidariedade de Dilma. A ministra da Secretaria de Políticas para as Mulheres, Eleonora Menicucci, também aderiu à campanha e publicou foto com os dizeres "As mulheres não merecem ser estupradas".

A ministra da Secretaria de Mulheres, Eleonora Menicucci, em apoio à campanha contra o estupro (Foto: Nei Bomfim/SPM)
A ministra da Secretaria de Mulheres, Eleonora Menicucci, em apoio à campanha contra o estupro (Foto: Nei Bomfim/SPM)

Segundo o Ipea, a pesquisa ouviu 3.810 pessoas entre maio e junho do ano passado em 212 cidades. Do total de entrevistados, 66,5% são mulheres.

Em nota divulgada nesta sexta, o instituto pede desculpas e informa que "o erro relevante" foi motivado por uma troca de gráficos que inverteu resultados de duas das questões – "Mulher que é agredida e continua com o parceiro gosta de apanhar" e "Mulheres que usam roupas que mostram o corpo merecem ser atacadas".

  "Com a inversão de resultados entre as duas questões, relatamos equivocadamente, na semana passada, resultados extremos para a concordância com a segunda frase, que, justamente por seu valor inesperado, recebeu maior destaque nos meios de comunicação e motivou amplas manifestações e debates na sociedade ao longo dos últimos dias", diz o texto da nota.

Apesar do erro, a nota do Ipea afirma que as conclusões gerais da pesquisa "continuam válidas". "Pedimos desculpas novamente pelos transtornos causados e registramos nossa solidariedade a todos os que se sensibilizaram contra a violência e o preconceito e em defesa da liberdade e da segurança das mulheres", afirmou o instituto.

Leia abaixo a íntegra de nota sobre o assunto divulgada pelo Ipea:

Errata da pesquisa “Tolerância social à violência contra as mulheres”
Vimos a público pedir desculpas e corrigir dois erros nos resultados de nossa pesquisa Tolerância social à violência contra as mulheres, divulgada em 27/03/2014. O erro relevante foi causado pela troca dos gráficos relativos aos percentuais das respostas às frases Mulher que é agredida e continua com o parceiro gosta de apanhar e Mulheres que usam roupas que mostram o corpo merecem ser atacadas. Entre os 3.810 entrevistados, os percentuais corretos destas duas questões são os seguintes:


Mulher que é agredida e continua com o parceiro gosta de apanhar (Em %):

42,7% concordam totalmente
22,4% concordam parcialmente
1,9% são neutros
24% discordam totalmente
8,4% discordam parcialmente

Mulheres que usam roupas que mostram o corpo merecem ser atacadas (Em %):
13,2% concordam totalmente
12,8% concordam parcialmente
3,4% são neutros
58,4% discordam totalmente
11,6% discordam parcialmente


Corrigida a troca, constata-se que a concordância parcial ou total foi bem maior com a primeira frase (65%) e bem menor com a segunda (26%). Com a inversão de resultados entre as duas questões, relatamos equivocadamente, na semana passada, resultados extremos para a concordância com a segunda frase, que, justamente por seu valor inesperado, recebeu maior destaque nos meios de comunicação e motivou amplas manifestações e debates na sociedade ao longo dos últimos dias.

O outro par de questões cujos resultados foram invertidos refere-se a frases de sentido mais próximo, com percentuais de concordância mais semelhantes e que não geraram tanta surpresa, nem tiveram a mesma repercussão. Desfeita a troca, os resultados corretos são os que seguem. Apresentados à frase O que acontece com o casal em casa não interessa aos outros, 13,1% dos entrevistados discordaram totalmente, 5,9% discordaram parcialmente, 1,9% ficou neutro (não concordou nem discordou), 31,5% concordaram parcialmente e 47,2% concordaram totalmente. Diante da sentença Em briga de marido e mulher, não se mete a colher, 11,1% discordaram totalmente, 5,3% discordaram parcialmente, 1,4% ficaram neutros, 23,5% concordaram parcialmente e 58,4% concordaram totalmente.

A correção da inversão dos números entre duas das 41 questões da pesquisa enfatizadas acima reduz a dimensão do problema anteriormente diagnosticado no item que mais despertou a atenção da opinião pública. Contudo, os demais resultados se mantêm, como a concordância de 58,5% dos entrevistados com a ideia de que se as mulheres soubessem como se comportar, haveria menos estupros. As conclusões gerais da pesquisa continuam válidas, ensejando o aprofundamento das reflexões e debates da sociedade sobre seus preconceitos. Pedimos desculpas novamente pelos transtornos causados e registramos nossa solidariedade a todos os que se sensibilizaram contra a violência e o preconceito e em defesa da liberdade e da segurança das mulheres.


Rafael Guerreiro Osorio* e Natália Fontoura

Pesquisadores da Diretoria de Estudos e Políticas Sociais (Disoc/Ipea) e autores do estudo


* O diretor de Estudos e Políticas Sociais do Ipea pediu sua exoneração assim que o erro foi detectado.

Cartel: Empresários falam em "eliminar" concorrente

Donos de postos reclamam de quem vendia mais baixo e não aderia ao cartel.

Diego Torres / Imirante.com

A denúncia do Ministério Público Estadual (MP-MA) sobre a formação de cartel nos postos de combustíveis no mercao de São Luís revelou que, pelo menos, um dos empresários que não aceitou fazer parte do esquema deveria ter sido "eliminado". A investigação é de 2011 e se baseia em escutas telefônicas e estudos técnicos da Agência Nacional do Petróleo (ANP). O caso vem sendo divulgado desde o início desta semana pelo Imirante.com e já mostrou que, além da formação de cartel por parte dos empresários, um funcionário da Petrobrás, um ex-assessor do MP-MA sabiam do crime.

Os grampos telefônicos feitos pelo MP-MA com autorização da Justiça e denunciado há pelo menos dois anos à Justiça revelararam que empresários donos de postos de combustíveis de São Luís tratavam o mercado da capital como "corredores" e colocavam mais água, se valendo de uma alteração de seu teor nos combustíveis. Além deste acerto prévio de como tratar os preços da gasolina, álcool e diesel, os empresários se mostravam constantemente incomodados com o dono de uma rede posto. Numa das ligações, os operadores do cartel falam em "eliminar" este concorrente.

Eles reclamam com o então presidente do sindicatos dos revendedores de combustíveis do Maranhão, Dileno de Jesus Tavares, que José Henrique Nicolau era o único que insistia em manter seus preços baixos. Estranhamente, este é o único trecho da denúncia oferecida pelo MP-MA o qual não apresenta a transcrição do diálogo entre os interlocutores. Há apenas um resumo da conversa e José Henrique é tratado como "problema" pois "puxava os preços para baixo".

Após tomar conhecimento da ameaça, o promotor José Osmar Alves, relata em sua denúncia que pediu esclarecimentos sobre o assunto e recebeu como resposta de Dileno que a eliminação a que se referia era comente de eliminá-lo comercialmente e que "Zé Henrique era mal visto por toda a categoria de proprietário de postos, não apenas porque vendia combustível muito mais barato, mas também pelo seu temperamento difícil e esnobe"

Como as investidas do cartel na tentativa de cooptá-lo não tiveram sucesso a ideia seguinte a ser colocada em prática era de denunciá-lo por combustível adulterado. Em depoimento, Dileno afirma que José Henrique estava alterando a vazão de gasolina nas bombas e não necessarimente, no teor de gasolina. As denúncias de Dileno não foram confirmadas pela ANP nem pela investigação do MP-MA.

Reprodução da denúncia do MP-MA.


Reprodução da denúncia do MP-MA.

Roseana demonstra descaso com a Saúde e a Segurança ao nomear Murad

E o pior é que toda a sociedade, em especial quem faz oposição ao grupo Sarney, poderá ter seu sigilo telefônico violado através do Guardião.
ricardo Roseana demonstra descaso com a Saúde e a Segurança ao nomear Murad
Na quarta-feira quando os blog alinhados ao Palácio dos Leões divulgaram que o secretário de saúde, Ricardo Murad iria permanecer no governo e acumular as secretarias de Saúde com a de Segurança, pensei até que fosse uma piada, mas não.
Não vou nem entrar no mérito empresarial de Murad em gerir os recursos de qualquer secretaria. Vou  me ater ao absurdo de um governo que nomeia o mesmo secretário para  duas das mais importantes pastas de uma administração pública.
Ao nomear Ricardo Murad para as duas secretarias, Roseana revela não dar a mínima importância para a Saúde e, principalmente, para a Segurança; secretaria que enfrenta uma das maiores crises de sua história no combate à violência, com greve de policiais e o aumento de assassinatos e assaltos, principalmente na capital.
Se já havia o descontentamento dos delegados em aceitar um agente da Polícia Federal como secretário, no caso de Aluísio Mendes, imagine um político que só pensa na polícia quando batem à sua porta.
O acordo entre Murad e Roseana foi fechado na tarde de quarta-feira; sem que se saiba, no entanto, o que realmente foi acordado.
O certo é que a ida de Murad para a Segurança é sinal de que haverá um grande aporte de recursos para a pasta.
E o pior é que toda a sociedade, em especial quem faz oposição ao grupo Sarney, poderá ter seu sigilo telefônico violado através do Guardião, aparelho de última tecnologia que permite fazer escutas telefônicas, agora sob o comando de Murad.

Roseana Sarney anuncia hoje decisão sobre permanência ou saída do governo

o imparcial



 

Roseana Sarney divulga na tarde de hoje a sua definição quanto ao governo estadual (Honório Moreira/ O IMP/D.APRESS)
Roseana Sarney divulga na tarde de hoje a sua definição quanto ao governo estadual
De hoje não passa. Roseana Sarney (PMDB) finalmente anunciará nesta tarde se fica ou sai do governo. A grande expectativa é que ela permaneça, aliados políticos e até mesmo parentes da governadora apostam na continuidade do mandato da peemedebista. No entanto ainda existe uma ala de políticos, que acredita na renúncia.

A personagem principal dessa novela que vem se arrastando desde a saída do vice-governador Washington Oliveira para o Tribunal de Contas do Estado, não falou com a imprensa ontem. Mas em vários momentos demonstrou, ora diz desejar ficar, em outras oportunidade evidenciou uma certa indecisão, chegando a declarar que “ainda precisava pensar muito”. Porém não há mais tempo para isto e a palavra final será dada hoje às 15h em uma entrevista coletiva no Palácio dos Leões.

Max Barros (PMDB), vice-presidente da Assembleia Legislativa, disse não ter dúvidas que a chefe do executivo estadual ficará no cargo. “Ela não me disse diretamente se vai ficar, mas nas conversas que tivemos, ela deu todos os sinais que não sairá do governo”, declarou.

Já o deputado estadual André Fufuca (PEN) informa acreditar na renúncia da governadora. “Ela não conversa nada conosco, nunca nos chamou para alguma reunião, mas acredito que ela saia afinal ela fez assim em 2002”, comentou.

A expectativa pelo pronunciamento de Roseana é tão grande, que a todo o momento surgem especulações. Chegaram a anunciar que o senador José Sarney (PMDB) estava na capital maranhense para tratar especificamente do assunto, porém a informação foi desmentida pelo neto, Adriano Sarney (PV), “meu avô esteve aqui na terça-feira (1) e desde então está em Brasília”, revelou. Surgiu também a informação que o ministro Edison Lobão (PMDB) também estaria na capital, porém o seu filho, senador Lobão Fiho (PMDB) também negou a história.

O posicionamento de Roseana chega a afetar algumas decisões a serem tomadas inclusive por adversários políticos, pois esperam a definição para traçarem as estratégias. Presidentes de partidos já disseram que só irão conversar sobre alianças políticos, após a permanência ou saída da governadora.

No seu grupo, existe uma grande expectativa pelo anúncio, seja ele qual for. Caso Roseana decida por ficar, uma série de nomes pode surgir para a disputa ao Senado Federal. Lobão Filho e Gastão Vieira (PMDB) são os favoritos, mas o PTB quer discutir, o PEN também deseja, assim como outros que almejam ganhar alguma visibilidade.

Seja qual for o seu pronunciamento da governadora, as eleições estaduais estarão cada vez mais próximas de uma definição do páreo e quem serão os atores.

Prefeita de Urbano Santos decreta ponto facultativo para receber Luís Fernando

IMG 7039 450x337 Prefeita de Urbano Santos decreta ponto facultativo para receber Luís Fernando
Blog Jorge Vieira
Sem ter como colocar gente para receber o ex-secretário de Infraestrutura e pré-candidato ao governo, Luís Fernando Silva, e o ainda secretário Hildo Rocha, nesta manhã de quinta-feira (3), a prefeita de Urbano Santos, Iracema Vale, decretou ponto facultativo na administração municipal e obrigou os funcionários a comparecerem ao ato.
O pré-candidato ao governo, Luís Fernando Silva, embora já tenha se despedido da pasta, continua usando a estrutura do governo para tentar reverter o quadro totalmente desfavorável, assinando convênios com prefeituras do interior do maranhense para asfaltamento de ruas. Em Urbanos Santos foram R$ 10 milhões em convênios.
Segundo adversários, a prefeita teria contratado ilegalmente mais de mil funcionários, o salário de cada um é dividido por dois e está usando a estrutura do município para promover o pré-candidato que está prestes a perder oposto por conta dos péssimos índices de popularidade em todos os municípios do interior do Maranhão.

Flávio Dino pagou por premiação à licitação superfaturada em sua gestão na Embratur

Empresa foi paga pelo comunista em dezembro de 2013, três meses antes da entrega do Prêmio 19 de Março


Atual7
O ex-presidente do Instituto Brasileiro de Turismo, Flávio Dino, pré-candidato pela oposição ao governo estadual pelo PCdoB, pagou para ter direito ao Prêmio 19 de Março, concedido à Embratur pelo Instituto Negócios Públicos do Brasil Estudos e Pesquisas na Administração Pública Ltda, durante o 9º Congresso Brasileiro de Pregoeiros, em Foz do Iguaçu, no Paraná, na metade de março deste ano.
Divulgado como grande feito por um site pertencente a uma assessora sua de campanha e de partido, o troféu já havia sido recebido pela Embratur desde a época do evento, embora o site do comunista – e outros financiados pela Prefeitura de São Luís por meio de uma agência de publicidade da capital – tenha falseado a informação e estrategicamente publicado que a premiação foi entregue somente nesta semana.
O comunista Flávio Dino, que tentou abafar escândalos de desvio de dinheiro público falseando informações para divulgar que abocanhou um prêmio esta semana, mas escondeu que teve de pagar primeiro, com dinheiro da Embratur.. Foto: Agência Brasil
PRÊMIO PAGO O comunista Flávio Dino, que tentou abafar escândalos de desvio de dinheiro público falseando informações para divulgar que abocanhou um prêmio esta semana, mas escondeu que teve de pagar primeiro, com dinheiro da Embratur. Foto: Agência Brasil
De acordo com o Diário Oficial da União, em dezembro de 2013, Flávio Dino pagou, por inexibilidade de licitação, R$ 12.520,00 para que subordinados seus na Embratur pudessem inscrever o Edital nº 05/2013, superfaturado em R$ 2.999.999,97 de acordo com relatórios da Controladoria-Geral da União (CGU), no 9º Congresso Brasileiro de Pregoeiros. É que, pelo regulamento do evento, para ter direito ao prêmio, os participantes deveriam desembolsar R$ 3.595,00 cada.
O valor dava direito ainda, dentre outras coisas menores, à revistas que fazem propaganda da empresa que recebeu o dinheiro pago por Dino e a um ‘certificado de participação registrado em cartório’. Caso apenas três subordinados do comunista tenham participado do evento, o valor total chegaria a apenas R$ 10.785,00 e não os R$ 12.520,00 pagos com dinheiro público. No caso de quatro terem participado, o valor ultrapassaria o dispêndio efetuado pelo ex-presidente da Embratur, pois alcançaria R$ 14.380,00.
Extrato de inexibilidade prova que Dino pagou o Instituto Negócios Públicos de um lado para receber prêmio de 'Melhor Edital de Pregão de 2013' do outro. Foto: DOU / Atual7
DOS DOIS LADOS DO BALCÃO Extrato de inexibilidade prova que Dino pagou o Instituto Negócios Públicos de um lado para receber prêmio de ‘Melhor Edital de Pregão de 2013′ do outro. Foto: DOU / Atual7
Em contato com o Atual7, um dos financiadores do movimento Diálogos pelo Maranhão acabou vazando que estratégia de falsear a data de entrega do prêmio teria dois motivos. O primeiro seria o de abafar a revelação de que a ‘vice’ de Dino, a pedetista Rosângela Curado, desviou R$ 8 milhões do SUS, quando encabeçava uma quadrilha que cobrava por atendimento a pacientes que já estavam mortos. A outra seria passar a imagem de que o oposicionista foi um gestor competente e honesto quando comandou a caneta da Embratur, também para ‘abafar de vez’ o relatório da CGU que apontou superfaturamento na licitação premiada no 9º Congresso Brasileiro de Pregoeiros.

Não quis responder

Atual7 procurou o ex-presidente da Embratur, insistentemente, por meio de seu telefone pessoal, para que esclarecesse o porque do falseamento da informação, o repasse de verba pública à empresa que premiou uma licitação superfaturada em sua gestão, e sua ligação com Curado. Como em outras vezes, porém, o comunista preferiu não atender e nem retornar as várias mensagens e ligações.