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quarta-feira, 19 de março de 2014

Barcelona erra escudo do Flamengo ao citar clássico Fla-Flu e Maracanã como estádio rival

Escudo do Flamengo foi desenhado errado pelo Barcelona, enquanto o do Fluminense está perfeito
Escudo do Flamengo foi desenhado errado pelo Barcelona, enquanto o do Fluminense está perfeito Foto: Thiago Arantes / TV ESPN Brasil

O Barcelona cometeu uma gafe que deixará torcedores do Flamengo bem revoltados. O clube catalão tenta conseguir junto aos sócios a aprovação para a construção do novo Camp Nou e fez um banner com alguns estádios mundiais que estão prontos ou em construção para exemplificar. O Maracanã foi citado junto com o clássico Fla-Flu. Uma série de erros apareceram, mas o que mais chamou a atenção foi quanto aos escudos das equipes cariocas. A descoberta foi feita pelo repórter Thiago Arantes, do canal de TV paga “ESPN Brasil”.

Enquanto o do Fluminense estava exatamente igual ao original, o do Flamengo não se assemelha em nada ao do clube, a não ser pela cor preta e vermelha. Os dois times foram citados como beneficiários do novo Maracanã, estádio que terá jogos da Copa do Mundo de 2014, inclusive a grande final. Porém, o local não pertence às duas equipes do Rio e, sim a uma concessionária. Eles apenas garantiram o empréstimo para suas partidas, assim como o Botafogo.




Maracanã foi citado como um dos estádios de rivais do Barcelona, no caso a dupla Fla-Flu
Maracanã foi citado como um dos estádios de rivais do Barcelona, no caso a dupla Fla-Flu Foto: Thiago Arantes / TV ESPN Brasil

O banners explicativos da exposição tem uma frase para explicar o porque daqueles estádios serem citados e servirem de “inspiração”: “Todos os nossos rivais têm um estádio novo ou em processo de reforma”. Ou seja, a dupla Fla-Flu é vista como times fortes e possíveis rivais do Barcelona em campo. Na lista consta clubes como Real Madrid, Juventus, Manchester United, Paris Saint-Germain, Lyon e Bayern de Munique.

segunda-feira, 17 de março de 2014

A resposta de Ronaldo

globoesporte

Após ser criticado nas redes sociais por Romário, que o acusou de não ter cumprido a promessa de dar ingressos da Copa do Mundo para deficientes, Ronaldo se defendeu nesta segunda-feira com um longo texto rebatendo o deputado federal.

Confira:

“Em dezembro de 2011, assumi meu cargo no Comitê Organizador Local da Copa do Mundo. Eu tinha consciência de que aceitar o convite me sujeitaria ao risco de virar alvo de críticas. Mas pensei nas alegrias que dei e recebi dos brasileiros todos esses anos, pensei também no quanto os torcedores vibraram quando o país foi escolhido para sediar o Mundial (estou mentindo?), e acreditei serem essas razões suficientes para eu encarar o desafio. A minha intenção era (e é) trabalhar pelo Brasil na construção desse sonho – contribuir tanto quanto retribuir. Por isso, recusei o salário. Para mim, a Copa é do povo. E o meu trabalho voluntário como membro do COL é para o povo – não para FIFA ou CBF ou qualquer outra instituição.

Venho honrando o meu compromisso e é lamentável ver o Romário, mais uma vez, ir a público me responsabilizar por coisas que vão além da minha alçada. Oportunismo em cima da minha imagem ou ignorância mesmo, eu não sei. O que eu sei é que se, em vez de gastar tempo e energia tentando me denegrir, o deputado se dedicasse a cobrar as pessoas/instituições certas, todos nós ganharíamos mais.

Sou brasileiro, pago meus impostos e, assim como vocês, também anseio por respostas, pelo cumprimento de promessas, por transparência e pelo fim da corrupção. É dever do Romário, como deputado, representar os anseios do povo, trabalhar por quem o elegeu, e fazer valer quanto custa um parlamentar aos cofres públicos, certo?

Só não vejo sentido em insistir publicamente nesta “rivalidade” que, da minha parte, não existe. E, inclusive, na causa em questão, o apoiei em 2011 e continuo apoiando. A foto postada por ele é na coletiva de imprensa convocada para o anúncio dos 32 mil ingressos que seriam doados pela CBF aos deficientes. Na época, o próprio Romário declarou: “Estou feliz com a velocidade da resposta. Ricardo Teixeira me disse que, independentemente do que seja aprovado pela Lei Geral da Copa, a CBF, como entidade privada, doará esses ingressos.”

Fiz o que pude, como cidadão, para obter essa resposta positiva da instituição. E, como porta-voz do COL, me orgulhei em dividir a notícia com o povo, junto ao Romário.

Mas não sou político, não represento a CBF, e não prometo nada que eu não possa cumprir. E embora hoje, incoerente, o deputado se refira a mim como o autor da promessa, ele deixou claro quando a doação dos ingressos foi anunciada: trata-se de um compromisso da Confederação.

Romário, no site da CBF, atualmente presidida pelo José Maria Marin, consta uma lista de nomes da diretoria os quais você pode (e deve) cobrar. Aguardo novidades ansiosamente, como todos. E se precisar do meu apoio, seja ao menos mais educado numa próxima vez.”

Abaixo, o post de Romário cobrando Ronaldo na última sexta-feira:


Como protesto, ciclistas pedalam pelados em meio a carros e pedestres na Avenida Paulista


 (Foto: Futura Press/Folhapress)
 
























Um grupo de ciclistas se reuniu na região da Avenida Paulista, em São Paulo, na noite deste sábado (15) para uma “Peladada”. O ato foi feito como protesto à violência no trânsito e quis mostrar a fragilidade dos corpos nas bicicletas em meio aos outros veículos. Confira as fotos a seguir!
 (Foto: Futura Press/Folhapress)
 (Foto: Futura Press/Folhapress)















































Jovem Pan Online


Miséria em Belágua (MA) é retratada em reportagem do Domingo Espetacular


blog marrapá
belagua domingo espetacular 450x260 Miséria em Belágua (MA) é retratada em reportagem do Domingo Espetacular
As famílias que moram, em Belágua, no Maranhão, sobrevivem com menos de R$ 150 por mês e estão abaixo da linha da pobreza, segundo os dados do IBGE.
A região é considerada a mais pobre do Brasil e muitas famílias tem apenas feijão com farinha, para se alimentar.
Veja na reportagem do Domingo Espetacular:
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Matéria de O Globo revela que Sarney já era acusado de desviar recursos públicos desde 1969

O Globo revela que Sarney já era o mesmo desde 66
O Globo revela que Sarney já era o mesmo desde 66
Matéria publicada neste domingo no jornal O Globo revela que a ditadura militar arquivou acusações contra os amigos do regime, dentre eles José Sarney, três anos depois de assumir o governo do Maranhão, quando ainda podia-se imaginar um jovem com propósito e idealismo que ia transformar – e conseguiu convencer a população – o estado marcado pelo coronelismo de Vitorino Freire.
À época era uma esperança, que hoje se revela que não há nenhuma diferença com o Sarney do século XXI, que teoricamente poderia ter sido corrompido pelo tempo de poder. As práticas de hoje são as mesmas da sua juventude, quando assumiu o governo do Maranhão em 1966 representando a transformação do estado ainda vítima do coronelismo de Vitorino Freire.
É como diz o ditado popular: pau que nasce torto, morre torto.
É um passado que mesmo o mais ferrenho ante-sarney sempre preservou, e quando o questiona é pelo resultado do futuro, depois de mais de 40 anos de mando no estado, e não pelo seu primeiro governo no Maranhão.
Mas a matéria de O Globo revela que desde essa época ele já praticava o que aprimorou com a idade e o poder. Em 1969, pouco mais de três anos de assumir o governo, já em pleno regime militar, o capitão de infantaria Márcio Matos Viana Pereira montou um dossiê de 17 páginas, onde acusava Sarney de superfaturar uma obra, desviar recursos de outra e pagar mais por um terreno da arquidiocese, com o suposto objetivo de agradar o clero.
A denúncia foi arquivada, assim como todas as outras dos “amigos” dos generais.
Veja a matéria de O Globo, que ainda inclui a proteção a Antônio Carlos Magalhães, o ACM e as perseguições aos oposicionistas, como Leonel Brizola.
Denúncias contra aliados foram arquivadas
Acusações sobre Sarney e ACM foram engavetadas pelo regime militar
Sarney, ACM e Brizola (montagem O GLOBO)
Sarney, ACM e Brizola (montagem O GLOBO)
GUILHERME AMADO (O GLOBO)
BRASÍLIA — O sistema de repressão da ditadura protegeu aliados e perseguiu oposicionistas, com processos sumários que atropelavam qualquer garantia jurídica, ao sabor das conveniências políticas e da necessidade de legitimar o discurso moralizador do regime. Documentos obtidos pelo GLOBO por meio da Lei de Acesso à Informação mostram que a Comissão Geral de Investigações (CGI) — órgão criado em 1968 com o objetivo de investigar políticos e servidores suspeitos de corrupção — arquivou sem apurar denúncias contra os governos de Antonio Carlos Magalhães, na Bahia, e do hoje senador José Sarney (PMDB-AP), no Maranhão.
Na direção contrária, a mesma CGI devassou a vida do governador Leonel Brizola em busca de indícios de enriquecimento ilícito, repetindo o processo pelo qual tentava provar o envolvimento do presidente João Goulart em irregularidades. A engrenagem montada pelos militares para reprimir atos de corrupção emperrava quando esbarrava em políticos amigos.
A cronologia do Golpe
A face mais conhecida da CGI foi o seu uso político para investigar João Goulart e Leonel Brizola, exilados no Uruguai desde 1964. Até maio de 2012, quando entrou em vigor a Lei de Acesso à Informação, os arquivos da comissão eram mantidos secretos, devido à necessidade de autorização de cada indivíduo citado nos processos para que os documentos fossem pesquisados.
Com o fim da exigência, historiadores têm se debruçado sobre os detalhes dos inquéritos contra políticos de oposição à ditadura, como os ex-presidentes Jango e Juscelino Kubitschek e os então deputados Ulysses Guimarães (MDB-SP) e Tancredo Neves (MDB-MG).
Mas a comissão também recebeu uma série de denúncias contra políticos aliados dos militares, conforme mostram os documentos pesquisados pelo GLOBO. Segundo o historiador Carlos Fico (UFRJ), a ingerência política nas investigações ocorria por parte do Executivo. O Sistema CGI era controlado a partir de sua sede, no Rio, mas contava com subcomissões em cada estado. O dia a dia ficava sob responsabilidade do vice-presidente, mas a presidência da comissão cabia ao ministro da Justiça.
— Quando os militares descobriam casos de corrupção de gente que apoiava o governo, o ministro da Justiça ou algum de seus assessores costumava intervir para que o processo cessasse. Muitas acusações feitas contra prefeitos do interior eram interrompidas porque eles apoiavam o regime — explica Carlos Fico.
O historiador lembra que, no começo da abertura política, em 1979, houve uma nova intervenção do Ministério da Justiça, mas desta vez a favor de um político de oposição. Uma denúncia contra o então ex-prefeito de Campinas Orestes Quércia (MDB) foi arquivada por ordem do ministro Armando Falcão, para que não parecesse um gesto contra a abertura.
A comissão montava processos de investigação sumária, sempre secretos, que poderiam resultar em decretos de confisco de bens supostamente comprados com dinheiro de origem ilícita. No entanto, poucos processos resultavam em confisco, já que as investigações muitas vezes continham erros grosseiros ou eram alvo de contestações judiciais devido ao atropelo legal.
Atuando como um tribunal de exceção, ao investigar e julgar casos que ocorreram antes de sua criação, a CGI baseava-se na legislação vigente para passar por cima de todos os direitos individuais. Sem a determinação de um juiz, quebrava-se o sigilo de qualquer pessoa por meio de um simples ofício ao Banco Central. Mensalmente, a Receita Federal repassava aos investigadores centenas de declarações de renda solicitadas. Ao contrário do que ocorre hoje, o ônus da prova cabia ao alvo da investigação e não ao acusador.
De acordo com Fico, a CGI foi criada por um grupo de militares que acreditava em outra forma de repressão, de dimensão pedagógica.
— Eles tinham a crença que os problemas nacionais seriam resolvidos com a aplicação de medidas corretivas. Nesse pacote, estava a censura aos costumes, por exemplo, e a propaganda de campanhas como a do Sujismundo, a do “povo desenvolvido é povo limpo”.
Seguindo essa lógica, os militares propunham o que chamavam de “ações catalíticas”. Em determinadas apurações, mesmo que não se chegasse a nenhuma prova, acreditava-se que a mera convocação de um servidor suspeito para depor poderia ter o efeito positivo de prevenir eventuais atos de corrupção, ou servir de exemplo dentro das repartições.
A exemplo da repressão policial, a paranoia também predominava nos inquéritos da CGI. A maioria das denúncias era remetida por pessoas ou políticos alinhados com a ditadura. Os denunciantes muitas vezes misturavam suspeitas de corrupção a acusações de natureza ideológica e até a picuinhas políticas. Historiadores dizem que os casos apurados pela CGI não merecem ser considerados verdades estabelecidas, seja pelo desrespeito jurídico, seja pelo clima de paranoia reinante.
Denúncias sobre Sarney arquivadas
Em 9 de abril de 1969, pouco mais de três anos após José Sarney assumir o governo do Maranhão, o capitão de Infantaria Márcio Matos Viana Pereira entregou a seu comandante direto, em São Luís, um dossiê de 17 páginas, com 25 documentos anexados. Sob o título “Corrupção na área do estado”, o texto, escrito em primeira pessoa, elencava uma série de denúncias contra a administração Sarney. O relatório foi enviado ao braço maranhense da CGI, submetido à sede no Rio e arquivado meses depois, sem provocar investigações.
A comissão ignorou o documento, que, entre outras críticas, acusava Sarney e asseclas de superfaturar uma obra, desviar recursos de outra e pagar mais por um terreno da Arquidiocese, com o suposto objetivo de agradar ao clero.
O dossiê do capitão foi anexado a outro caso que a CGI analisava, sobre uma dispensa de licitação autorizada por Sarney para construir a estrada entre Santa Luzia e Açailândia. Nada foi investigado, e as acusações do capitão foram engavetadas. Ao arquivar o inquérito sobre a falta de licitação, o relator da CGI reconhece que Sarney errou e pontua que a dispensa ocorreu em “circunstâncias controvertidas”, mas conclui que não era atribuição da comissão reprimi-lo.
Procurado, Sarney afirmou que Pereira o perseguia, acusando-o de “estar cercado de comunistas”. “As denúncias demonstram que o senador teve que enfrentar um duro combate desse grupo militar”, diz nota enviada ao GLOBO.
Suspeita sobre ACM engavetada
Uma reportagem publicada pelo GLOBO em 18 de março de 1975, meses após o fim da primeira passagem de Antonio Carlos Magalhães pelo Palácio de Ondina, fez a sede da CGI determinar à subcomissão baiana uma apuração preliminar. Em um ofício enviado a Salvador, os militares lotados no Rio queriam detalhes sobre possíveis irregularidades na construção da rodovia BR-415, que ligaria Ilhéus a Vitória da Conquista. A obra, orçada na época em 1 bilhão de cruzeiros, teria sido contratada sem licitação. Três meses depois, o caso foi arquivado.
A pedido da sede no Rio, a subcomissão recebeu da Procuradoria Geral do Estado (PGE) — órgão do governo baiano incumbido de defender o estado — um parecer confirmando a ausência de justificativa para não ter licitação. Naquele momento, o governador já era Roberto Santos, escolhido pelo presidente Ernesto Geisel a contragosto de Antonio Carlos.
No documento, a PGE apresentava as justificativas enviadas pelo Departamento de Estradas de Rodagem da Bahia para não ter havido a devida concorrência pública. Segundo o ofício, além da necessidade de aproveitar a estiagem para começar imediatamente a obra, havia outro suposto motivo: empresas baianas estavam “carentes de novos serviços e capacitadas de os executar (sic) em curto espaço”.
Procurado para comentar o caso em nome da família, o prefeito de Salvador, Antonio Carlos Magalhães Neto, não respondeu ao GLOBO.
Brizola teve sigilos quebrados
A investigação contra Leonel Brizola durou 438 dias, durante os quais a CGI devassou a vida do ex-governador, exilado havia seis anos. A canetadas, sem passar por nenhuma instância jurídica, o inquérito contra Brizola quebrou seus sigilos bancário e fiscal, e percorreu cartórios em busca de possíveis bens não declarados. A exemplo do processo contra Jango, o tribunal de exceção mostrou-se feroz.
Instaurada em 18 de fevereiro de 1970, a investigação buscava indícios de enriquecimento ilícito de Brizola. O primeiro passo foi escrutinar as declarações de bens de 1959, 1960, 1962, 1963, 1964, 1965, 1966, 1967 e 1968. A ausência do documento de 1961 atrasou o inquérito, e fez o presidente da subcomissão gaúcha enviar ofício à Receita Federal.
A quebra do sigilo bancário foi rápida. Em 12 de outubro de 1970, semanas após receber o pedido, um funcionário do Banco Central em Porto Alegre enviou à comissão — com os tradicionais “protestos de elevada estima e consideração” — cópia dos extratos de todas as contas do ex-governador.
Em outra frente de apuração, os cartórios do Rio Grande do Sul receberam a ordem de informar a existência de imóveis. A CGI dedicou atenção especial à compra da Fazenda Pangaré, em Viamão (RS), em 1958, pois suspeitou-se de irregularidades. Nada foi provado, e em 22 de abril de 1971 o caso era encerrado. Ao fim, o relator concluiu que o patrimônio de Brizola era compatível com seus rendimentos.

Professores paralisam suas atividades por três dias no Maranhão

o imparcial

Em apoio a um movimento nacional, professores fazem um ato público em frente à Biblioteca Benedito Leite, em São Luís, na manhã desta segunda-feira (17). Os professores vão paralisar suas atividade por três dias na rede de ensino do Estado. A interrupção foi programada para ocorrer nesta segunda-feira (17) e segue até a quarta-feira (19). 

A paralisação segue uma orientação nacional da categoria, que critica principalmente o descumprimento da Lei do Piso Nacional do Magistério em alguns estados. Para a professora Elisabeth, que participa do ato público no Centro de São Luís, a paralisação é legítima, e vai além de reajuste salarial. “A paralisação não é só um questão salarial, nós queremos condições de trabalho, infraestrutura, por isso não é exagero parar as atividades por três dias , mas sim, um respeito com os alunos e pais, “ ela completou ainda, “a categoria quer respeito, ter condições de ensinar com qualidade”, explicou.
 
Ainda na manhã desta segunda-feira, a categoria deve seguir até a Praça Pedro II, onde ficam as sedes da Prefeitura de São Luis e do Governo do Estado.
 
A Secretaria de Estado da Educação (Seduc) divulgou nota, onde informa que a paralisação dos professores faz parte de um movimento nacional da categoria.

Ainda de acordo com a Seduc, dentre os quatro itens solicitados, três já são cumpridos pelo Governo do Maranhão: Piso Salarial Nacional; Plano de Cargos, Carreira e Jornada, com o Estatuto do Educador em vigor; Plano Estadual de Educação, elaborado e concluído, que se encontra em fase de encaminhamento à Assembleia Legislativa.

Nicole Bahls usa tomara que caia e diz que está em abstinência de homem

Em coletiva da animação 'Rio 2', a repórter do 'Pânico' chamou atenção pelo figurino e falou sobre a fase solteira: 'Não é greve. É falta de tempo'. 

Luisa Girão do EGO, no Rio

Nicole Bahls na coletiva do filme Rio2 (Foto: Marcos Serra Lima/EGO)
Nicole Bahls na coletiva do filme "Rio 2" (Foto: Marcos Serra Lima/EGO)

De vestidinho curto, rodado e bem decotado: foi assim que Nicole Bahls surgiu na coletiva de imprensa para divulgação da animação "Rio 2", que aconteceu na tarde desta segunda-feira, 17, no Rio. A repórter do "Pânico" logo chamou atenção pelo figurino um tanto ousado, um tanto romântico e falou que estava em abstinência de homem por conta de tanto trabalho ultimamente. "Não é greve. É falta de tempo mesmo", disse ela.

E já que  assunto era cinema, ela também comentou sua estreia como atriz no filme "Superpai": "É tudo muito novo para mim. Mas gostei muito. Já gravei, mas a participação é pequena. Me senti confortável. Adorei conhecer a Dani Calabresa. Ela fazia uma personagem paródia minha e eu a acompanhava. Foi ótimo", vibrou, sem saber se pretende continuar investindo na carreira de atriz: "Não sei. Meu foco agora é o 'Pânico'. Comecei a fazer aulas com uma fonoaudióloga e estou com uma coach. O teatro ajuda a me soltar também no programa".

Segundo Nicole, ela sente muita falta de Sabrina Sato, que deixou o programa. "Não tem como alguém substituí-la. Mas estou feliz com esse momento da minha carreira. Estou ganhando mais responsabilidade".

Nicole Bahls na coletiva do filme Rio2 (Foto: Marcos Serra Lima/EGO)
Nicole Bahls na coletiva do filme Rio2 (Foto: Marcos Serra Lima/EGO)

Nicole Bahls na coletiva do filme Rio2 (Foto: Marcos Serra Lima/EGO)
Nicole Bahls na coletiva do filme Rio2 (Foto: Marcos Serra Lima/EGO)

Nicole Bahls na coletiva do filme Rio2 (Foto: Felipe Panfili/AgNews)
Nicole Bahls na coletiva do filme Rio2 (Foto: Felipe Panfili/AgNews)

Nicole Bahls na coletiva do filme Rio2 (Foto: Felipe Panfili/AgNews)
Nicole Bahls na coletiva do filme Rio2 (Foto: Felipe Panfili/AgNews)

Nicole Bahls na coletiva do filme Rio2 (Foto: Felipe Panfili/AgNews)
Nicole Bahls na coletiva do filme Rio2 (Foto: Felipe Panfili/AgNews)

Nicole Bahls na coletiva do filme Rio2 (Foto: Felipe Panfili/AgNews)
Nicole Bahls na coletiva do filme Rio2 (Foto: Felipe Panfili/AgNews)

Nicole Bahls na coletiva do filme Rio2 (Foto: Felipe Panfili/AgNews)
Nicole Bahls na coletiva do filme Rio2 (Foto: Felipe Panfili/AgNews)