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sexta-feira, 27 de setembro de 2013

Jovem esquece carro aberto e acha bilhete de homem que o fechou no DF

Veículo estava em estacionamento na Esplanada dos Ministérios, na quinta. Mala com itens de academia, perfume e tênis estavam no automóvel.


Bilhete deixado por homem que encontrou carro aberto na Esplanada (Foto: Reprodução)
Bilhete deixado por homem que encontrou carro aberto na Esplanada (Foto: Lívia Kotama/Divulgação)

A administradora Lívia Kotama tomou um susto ao buscar o carro atrás dos anexos dos ministérios do Trabalho e da Saúde, na área central de Brasília. No vidro do lado do motorista, havia um bilhete com o recado "Você esqueceu seu carro destrancado e com os vidros abertos. Tomei a liberdade e fechei tudo. Lucas".

O incidente aconteceu no início da noite desta quinta-feira (26), quando a jovem de 27 anos saía do trabalho. No automóvel, avaliado em R$ 20 mil e que tem alarme e vidro elétrico, havia uma mala com itens de academia, tênis, perfume, sandálias de dança, casaco, som e CDs. O equipamento elétrico no carro da administradora permite o fechamento dos vidros mesmo com o carro desligado e sem a chave no contato.

"Eu nem imaginava que poderia ter deixado o carro aberto, porque além de travar com o alarme eu sempre verifico pela maçaneta se [o veículo] realmente está fechado", disse Lívia. "Fiquei muito surpresa por ter esquecido e mais ainda por alguém ter fechado por mim. A sensação é de que nem tudo está perdido, ainda existem pessoas de bem."

A administradora diz que não tem a mínima ideia de quem é Lucas, mas afirmou que nem pretende que ele seja encontrado. "Ele sabe que fez o bem. Quero só que as pessoas aprendam com o exemplo dele, que ajudem o próximo mesmo sem saber quem é, mesmo sem receber nada em troca", afirmou.

Renan diz que servidores terão de devolver excedente de salário

Agência Brasil















 Brasília – O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), disse hoje (26) que vai cumprir o que determina a lei para a devolução do excedente salarial recebido por 464 servidores da Casa com salários superiores ao teto constitucional, fixado em R$ 28.059,29. Segundo o TCU, foram pagos mais de R$ 300 milhões a esses servidores nos últimos cinco anos, em valores não corrigidos.

Ontem (25), além da interrupção do pagamento dos vencimentos que ultrapassam o teto, o plenário do Tribunal de Contas da União (TCU) deu prazo de 30 dias para o Senado devolver o valor extra. “De pronto, vamos implementar a decisão e cobrar [dos servidores] aquilo que foi pago a mais”, disse Renan.
A assessoria da Presidência do Senado explicou que o desconto no salário dos servidores será feito a partir da próxima folha de pagamento. Conforme previsto na Lei 8.112, será de 10% ao mês até que o excedente seja totalmente ressarcido aos cofres públicos.

Depois de se reunir hoje com Renan, o presidente do TCU, Augusto Nardes, considerou corajosa e republicana a decisão tomada pelo plenário do tribunal. Segundo o ministro, os salários superiores ao teto na administração pública são injustos pelo fato de a realidade nacional ser de salários baixos. “Isso é inaceitável e vinha acontecendo já há muito tempo”, disse.

Questionado sobre a demora do TCU em analisar a auditoria feita em 2009, Augusto Nardes disse que assumiu este ano a presidência do tribunal com o compromisso de dar prioridade à votação de temas impactantes e que tratam da melhoria da governança no Brasil.

No dia 14 de agosto, o TCU também determinou que a Câmara dos Deputados interrompa o pagamento dos salários de servidores que recebem acima do teto. Diferentemente do que foi determinado para os servidores do Senado, na Câmara, os ministros decidiram que os servidores não terão que devolver os valores recebidos a mais. A auditoria identificou na folha de pagamentos da Câmara um total de 1,1 mil funcionários com remunerações acima do teto legal.

“Essa [decisão diferente no Senado] foi uma mudança de plenário. Mas poderá o Ministério Público entrar com recurso e essa questão será resolvida mais para frente para igualar a decisão da Câmara com a do Senado”,  disse Nardes.

Em nota divulgada hoje, o Sindicato dos Servidores do Poder Legislativo Federal e do Tribunal de Contas da União (Sindilegis) informou que vai recorrer da decisão. “Se há algum erro, ele foi cometido exclusivamente pela administração pública, não tendo os servidores poder de gerência sobre a situação.

Servidor público quando é aprovado em concurso público ou quando ocupa cargos ou funções comissionadas não negocia com a administração a respectiva remuneração”, diz um trecho do documento.


Edição: Carolina Pimentel

Suspeita de participar da quadrilha que lavava dinheiro fala em ser capa da 'Playboy'






















Suspeita de participar da quadrilha que lavava dinheiro e desviava recursos de fundo de pensão, a modelo e agente de investimentos Luciane Hoepers ainda não firmou nenhum acordo de delação premiada com a Polícia Federal. Mas já fez confissões à polícia.

Ao ser presa no dia em que a operação Miqueias foi deflagrada, na semana passada, Luciane admitiu à polícia que atuava visitando prefeitos e oferecendo vantagens indevidas para que aplicassem em fundos de investimentos suspeitos. 

 Ao saber que as meninas jovens e bonitas que desempenhavam essa função foram definidas pela polícia como "pastinhas" do esquema, Luciane disse que poderia ser capa da "Playboy" como "A Pastinha".

A declaração, dada pouco depois de a polícia ter dado voz de prisão à modelo, arrancou gargalhadas até mesmo da delegada responsável pela investigação, Andrea Pinho.

MULHER FRUTA

Luciane Hoepers, 33, é loira, tem olhos verdes e aparece em fotos e imagens sensuais, todas espalhadas pela internet. Os atributos físicos da modelo e de outras pastinhas presas pela polícia chamaram atenção até mesmo de advogados que passaram pela Superintendência da PF em Brasília no dia em que a operação Miqueias foi deflagrada. Um deles chegou a dizer que as academias da capital federal devem ter ficado vazias, porque as "mulheres frutas" estavam detidas.

A beleza da modelo também foi assunto de um dos diálogos interceptados pela PF em abril deste ano. Luciane falava com o deputado estadual de Goiás Samuel Belchior (PMDB) que alertou para ela tomar cuidado com o "poder grande" de atrair as pessoas.

"[...]Agora, cê tem que tomar cuidado. Um poder grande que cê tem é (...) físico. Então, a pessoa, às vezes, se aproxima de você primeiro pelo que? Primeiramente pela beleza sua, pela pessoa e tal, depois pelas outras coisas. Uma coisa leva a outra. Então vá com cuidado", disse.

NEM BRUXA, NEM CINDERELA

Numa entrevista para a revista "Fluir", acompanhada de um ensaio de fotos, Luciane se definiu como "nem bruxa, nem Cinderela". Para a Polícia Federal, no entanto, ela é suspeita de participar do esquema de lavagem de dinheiro e desvio de recursos de fundos de pensão por meio da empresa Invista, usada pela quadrilha para oferecer investimentos aos regimes de previdência de municípios.

"O envolvimento da 'pastinha' Luciane Lauzimar Hoepers no esquema criminoso desenvolvido pela Invista é inconteste", diz diz relatório da PF. O documento afirma que Luciane abordou os prefeitos de Porto Murtinho (MS), Ponta Pora (MS}, Cuiaba (MT), Catalao (GO), Joinville (SC), Blumenau (SC) e Jundiaí (SP), entre outros municípios.

Além de confessar que participou do esquema, ela afirmou à polícia que pelo menos um dos prefeitos procurados por ela aceitou propina. Foi oferecido à Luciane o benefício da delação premiada. No entanto, como ela ainda não tem advogado, o acordo de colaboração não foi feito.

Ela ficou cinco dias presa e foi indiciada por formação de quadrilha e lavagem de dinheiro. 

Miss Bumbum 2013: Qualquer semelhança com Valdirene é mera coincidência



 

Cida Alves, 25, ficou famosa antes mesmo do resultado do concurso Miss Bumbum 2013. 

A candidata chamou atenção por sua semelhança com a atriz Tatá Werneck, a Valdirene de “Amor à Vida”. "Eu estava em São Paulo quando os jornalistas começaram a me ligar para contar que a Tatá tinha publicado em uma rede social dela a minha foto dizendo: ‘Galera, a Roxanne está concorrendo ao Miss Bumbum’. Quando eu vi, tinha muitas pessoas dizendo que éramos muito parecidas. De repente todo mundo começou a me ligar para ver o que eu achava da história. Amei, é claro”, contou Cida. O que mais me identifico com a Tatá é a personalidade dela. Ela tem jeito de ser pé no chão e lutou muito para chegar onde está, é assim que eu me sinto também”, revelou Cida

MP-MA nega omissão em processos sobre aposentadorias compulsórias

Representante do MP-MA afirma que órgão "não tem nenhum problema de ser cobrado" por associações ou pela sociedade.


Nesta semana, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) decidiu pela aposentadoria compulsória do desembargador Megbel Abdala Tanus Ferreira, em um processo que teve início em 2011 e baseia-se em ações de quando Megbel era, à época, juiz titular da 4ª Vara da Fazenda Pública de São Luís. De acordo com o CNJ, durante recesso do Judiciário, o magistrado determinou que um banco públio transferisse R$ 6,4 milhões da conta da Prefeitura de São Luís para uma empresa que alegava ser credora do órgão, em dezembro de 2008. Pela apuração do CNJ, houve conluio entre o juiz e o advogado da empresa, com participação da servidora responsável pela distribuição de processos do Tribunal de Justiça do Maranhão (TJ-MA).

Ontem (26), em entrevista ao Imirante, o presidente da Associação dos Magistrados do Maranhão (Amma), juiz Gervásio Protásio dos Santos Júnior, explicou o que é e como funciona a aposentadoria compulsória no Judiciário. "As penas em que ele (o magistrado) está sujeito no processo administrativo, elas têm uma gradação, que vai da advertência, passando pela censura, remoção compulsória, disponibilidade, até a aposentadoria compulsória, que, hoje, é a pena máxima. Uma vez concluído o processo administrativo, caberá ao Ministério Público promover uma ação judicial que proporcionará a perda do cargo", disse.

O juiz esclareceu, também, que, o princípio da vitaliciedade não é garantia de impunidade, e, sim, uma garantia que visa proteger o Estado Democrático de Direito, e, ainda, que, independente da decisão em âmbito federal ou regional, é dever do Ministério Público promover uma ação para perda do cargo. A Amma cobra mais empenho do Ministério Público no sentido em que juízes e desembargadores que cometem irregularidades percam seus cargos e salários.

Papel do Ministério Público

Nesta sexta-feira (27), o Ministério Público do Estado do Maranhão (MP-MA) se pronunciou sobre a polêmica das aposentadorias compulsórias. Representando a instituição, o promotor de Justiça e assessor da Procuradoria Geral de Justiça (PGJ), Emmanuel Peres Neto Guterres Soares, explicou o papel do Ministério Público nesses casos. "O Ministério Público, no final de um processo administrativo onde o Tribunal de Justiça ou o CNJ, que é quem tem competência constitucional para isso, aplica uma pena máxima administrativa, que é essa aposentadoria compulsória, que só os magistrados têm, os membros do Ministério Público não têm aposentadoria compulsória, diz o regimento interno do CNJ, diz a legislação que eles têm que representar o Ministério Público, ou seja, encaminhar o processo para o Ministério Público para que o Ministério Público possa entrar com uma ação contra perda do cargo, porque a Constituição garante as magistrados e membros do Ministério Público também que somente com uma ação judicial transitada e julgada é que você vai perder o cargo. Então, você entra com uma ação, essa ação tramita normalmente e no final dela, na hora em que ela não couber mais nenhum recurso, o cidadão que o foi apenado primeiramente administrativamente passa a perder o cargo, também, numa ação judicial. Então, o papel do Ministério Público seria propor uma ação judicial, mas essa ação é julgada pelo próprio Judiciário", disse à reportagem do Imirante.

Sobre o caso do desembargador Megbel Abdala, Emmanuel Soares afirmou que o Ministério Público, ainda, não tem conhecimento sobre o processo, mas que, assim que tiver acesso aos autos, tomará as medidas necessárias. "Com o encaminhamento do processo ao Ministério Público, nós vamos verificar as provas. Nós não temos conhecimento do processo, nada do que aconteceu no processo. Eles vão encaminhar para a gente. Com esse processo em mãos, nós iremos analisar. A assessoria da PGJ ou uma promotoria, dependendo da questão do foro privilegiado. Então, nós vamos analisar as provas que existem, se precisa de mais alguma coisa ou não, para que se proponham as ações. A ação pode ser tanto criminal, quando o fato que originou a aposentadoria compulsória, também, se constitui crime, contra a administração pública sobretudo; ou, também, pode ser uma ação civil pública para perda do cargo. Nós temos que receber os autos do processo para que a gente possa analisar e propor a ação competente", garante.
Procurado pela produção da TV Mirante, o desembargador aposentado não foi localizado para poder comentar o caso. Na casa de Megbel Abdala, a pessoa que recebeu a ligação disse que ele está viajando e, por isso, não poderia atender.

Omissão

O assessor da PGJ rechaçou qualquer crítica sobre suposta omissão do Ministério Público em relação aos casos de aposentadorias compulsórias no Maranhão. "O Ministério Público não tem nenhum problema de ser cobrado pela Associação dos Magistrados, pela associação do próprio Ministério Público ou pela sociedade. Aliás, essa é a rotina do Ministério Público. Não há problema nenhum. Com relação à cobrança da Associação dos Magistrados, o que nós temos a dizer é que o Ministério Público não está se omitindo", disse.

O CNJ informa que, em casos onde magistrados são punidos com aposentadorias compulsórias, o conselho tem a obrigação de intimar apenas as partes envolvidas no processo, mas que foi enviada, ao Ministério Público, cópia dos processos contra, pelo menos, dois juízes: Abrahão Lincoln Sauáia e Luís Carlos Nunes Freire. O CNJ informa, ainda, que o Ministério Público pode solicitar as cópias de outros processos.

Sobre os dois casos citados pelo CNJ, o MP-MA assegura que os processos já estão em andamento. "Nós estamos entrando com as ações que temos acesso aos autos. A investigação que é feita sobre o juiz não passa pelo Ministério Público. Ele tem a prerrogativa constitucional de ser investigado pelo próprio tribunal ou pelo CNJ. No final daquilo que é encaminhado para a gente, o Ministério Público vem adotando as ações. O CNJ admitiu para a TV Mirante que somente dois processo foram encaminhados ao Ministério Público e todos esses que foram falados, esses dois processos estão em andamento, em análise, tanto um pela assessoria especial, o outro pela Promotoria da Improbidade. Fora esses, várias ações já foram propostas aqui no Estado do Maranhão. Contra, por exemplo, presidentes do Tribunal de Justiça, tem dois ex-presidentes que respondem ou responderam a processos. Nós temos, também, ações propostas por promotores de Justiça contra juízes envolvidos. Esse juiz de Barreirinhas que foi afastado pelo próprio Tribunal de Justiça, ele responde já a uma ação penal, proposta no município de Barreirinhas pelo promotor. O Ministério Público entra com ações de improbidade e ações penais contra deputados, contra secretários de Estado, contra prefeitos, inclusive da capital, contra os próprios membros do Ministério Público. Nós temos três promotores de Justiça que respondem a processos para a perda do cargo. Há casos em que nós já pedimos a prisão, afastamento cautelar da função de promotor de Justiça, e o Tribunal de Justiça, por exemplo, não deferiu, nós recorremos. Então, é o processo. O processo tramita perante o Judiciário", afirmou o promotor Emmanuel Soares.

Demora

O assessor mencionou, ainda, a longa tramitação dos processos na Justiça como fator que contribui para a demora na punição de magistrados que faltaram com decoro. "Ao contrário da Associação dos Magistrados, que quer fazer uma crítica, eu não vou fazer essa crítica, mas podemos citar o exemplo das estradas fantasmas, não é? A imprensa noticiou, recentemente, o tempo de demorou o processo para ser julgado. Então, eu não estou aqui para rebater nenhuma crítica, até porque eu acho que o direito de cobrar é um direito de todos perante o Ministério Público. O Ministério Público é um órgão que existe realmente para ser cobrado. Então, nós temos que encarar as cobranças com a maior naturalidade", conclui.

imirante

quarta-feira, 25 de setembro de 2013

Azulão contrata o atacante Anderson Pimenta, ex-Sampaio Corrêa

Jogador de 26 anos chega para ajudar o São Caetano a deixar a zona da degola da Série B.
                                             
Anderson Pimenta moto clube São Caetano (Foto: Divulgação )
Anderson Pimenta posa no São Caetano

Penúltimo colocado da Série B, o São Caetano anunciou nesta quarta-feira a contratação do atacante Anderson Pimenta, o Pimentinha, que estava no Sampaio Corrêa e disputava a Série C do Campeonato Brasileiro. Presidente do Sampaio Corrêa, Sérgio Frota, disse que o negócio movimentou R$ 400 mil.

Um dos destaques no futebol do Maranhão, o jogador de 26 anos chega para tentar ajudar na missão de tirar o Azulão da zona de rebaixamento. Passadas 24 rodadas, o time do ABC paulista soma 23 pontos e está três atrás do América-RN, 16º lugar e primeiro fora do Z-4.

Anderson, que iniciou a carreira no futsal e também passou pelo Maranhanse Moto Club, está bem animado com a chance de atuar no futebol paulista.

– É um grande desafio. Jogar em São Paulo é o sonho de qualquer jogador. Estou muito satisfeito com a negociação. Sei que o São Caetano atravessa um momento difícil, mas vou me dedicar ao máximo para ajudar meus companheiros e tirar o time desta situação deliciada – afirmou o avante canhoto.

PF cumpre mandados em São Luís, Zé Doca, Caxias e Bacabal em operação de desvio de dinheiro de prefeituras

'Operação Usura II' investiga o desvio de recursos públicos federais. De acordo com a PF, pelo menos R$7 milhões teriam sido desviados.


São Luís, Zé Doca, Caxias e Bacabal foram investigados por suspeita em crime de agiotagem. Foto: Reprodução / Ilustrativa

A Polícia Federal tem 19 mandados de busca e apreensão, além de mandados de condução coercitiva, onde os investigados serão levados à delegacia para prestarem depoimento e serão liberados posteriormente.

A operação conta com um efetivo de mais de 70 policiais e 15 auditores da Controladoria Geral da União (CGU), que estão distribuídos nas investigações, execuções e cumprimento de mandados.

A operação é resultado de investigações para apurar desvio de recursos públicos nas áreas da saúde, educação e Fundo de Participação dos Municípios (FPM).

Aguenta Maranhão velho de peia! Verdureiro/protético fazem fortuna vendendo banana, fazendo dentaduras. Logo mais a noitinha eles vão para casa dormir o sono dos justos. Olha a banana/Olha o bananeiro/ Olha o dinheiro/Bananas de todas qualidades/ Quem vai querer?