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segunda-feira, 12 de agosto de 2013

Manifestantes organizam protesto em São Luís para pedir a cassação de Roseana

Fora Roseana Sarney (2)Um grupo de manifestantes já começa a se organizar nas redes sociais para pedir a saída da governadora Roseana Sarney do governo.
Está prevista para esta quinta-feira uma reunião, às 16h, em frente a Biblioteca Estadual Benedito Leite (praça Deodoro, em São Luís) no intuito de planejar mais um grande movimento pelas ruas da capital.
Emitido na semana passada, o parecer do Ministério Público que recomendou a cassação da governadora Roseana Sarney por abuso de poder econômico e político (no mês de junho de 2010 houve a celebração de 979 convênios envolvendo recursos na ordem de R$ 391.290.207,48, dos quais 670 convênios foram publicados três dias antes da convenção partidária, no valor de R$ 165 milhões) impulsionou os manifestantes irem às ruas exigir o afastamento da filha do senador José Sarney.
“… agora temos que nos movimentar mais uma vez para que essa oligarquia não use de suas manobras para continuar a frente do poder no governo do estado”, diz a página do #ForaRoseanaSarney no facebook.
No dia 29 de novembro de 2011 o ato denominado ‘Primavera Maranhense’ também pediu a saída de Roseana do Palácio dos Leões. Um dia memorável e espetacular que contou com a participação de centenas de pessoas aguerridas em prol de um estado melhor, com mais segurança, educação, saúde e emprego. De caras pintadas, vestindo camisas e empunhando faixas, cartazes e bandeiras com “Fora Roseana”, juventude e militares foram às ruas contra o domínio da família Sarney no Maranhão e pediram o impeachment de Roseana Sarney.

Dutra: “o governo do PT manteve o Maranhão no estado de miséria”

Às vésperas de deixar o partido, Domingos Dutra culpa Lula por sua decisão e diz que ex-presidente piorou a política ao fazer aliança com Sarney, Collor, Renan, Jader e Jucá

Do site Congresso em Foco
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Dutra critica Lula: “O amigo dele na Presidência foi o Sarney. E os fundadores do PT foram relegados”
Primeiro descendente de quilombola a assumir uma cadeira na Câmara, em 1995, o deputado Domingos Dutra (PT-MA) está em contagem regressiva para cair na Rede, partido em processo de criação liderado pela ex-petista Marina Silva. No sábado passado (3), Dutra foi às lágrimas ao confirmar, em um evento no município de Milagres (MA), a decisão de deixar o partido que ajudou a fundar há 33 anos. Um choro que ele põe na conta do ex-presidente Lula, apontado pelo deputado como o principal responsável pela aliança do PT maranhense com o que chama de “a mais nojenta e antiga” oligarquia do país, a família Sarney.

“Enfrentamos os piores momentos, como a ditadura e a oligarquia Sarney, vendendo camiseta, fazendo feijoada, enfrentado pistoleiro para construir o PT e ver o Lula presidente. O resultado foi Lula na Presidência. Mas o amigo dele na Presidência foi o Sarney. E os fundadores do PT foram relegados”, reclama Dutra. O petista afirma que a única hipótese de seguir no partido seria o improvável rompimento do PT com o “curral” de Sarney.
Para o deputado, Lula fez um “governo bom”, mas perdeu a “oportunidade histórica” de mostrar ao país que é possível fazer política de maneira diferente. “Pela popularidade, pelo carisma e pela inteligência que tem, Lula poderia ter melhorado a política. Mas, pelo contrário, ele inflou a ação de figuras como Jader Barbalho, José Sarney, Renan Calheiros e Romero Jucá”, critica. “Todos os estados se beneficiaram do governo do PT, mas o governo do PT manteve o Maranhão no estado de miséria”, reforça.
De olho agora numa cadeira no Senado em 2014, Domingos Dutra não se esquece da intervenção feita pelo PT nacional no diretório maranhense, em 2010, para impedir que o partido apoiasse a candidatura de Flávio Dino (PCdoB) contra Roseana Sarney (PMDB) na disputa pelo governo estadual. Intervenção determinada, segundo ele, por Lula. “Até hoje não explicaram qual é o tamanho da dívida que  o governo e o PT têm com o Sarney. Quanto mais Sarney humilha o PT, mais ele cobra o PT não sei o quê”, dispara.
Por causa da intervenção, Domingos Dutra chegou a fazer greve de fome por dez dias no plenário da Câmara. Para acabar com o protesto, a direção do partido acabou permitindo que ele apoiasse a candidatura de Dino. Não adiantou muito. Roseana acabou reeleita em primeiro turno.
Para o deputado, o PT acabou “engolido” pelo “sistema” desde que passou a abrir o leque de alianças partidárias e a ter um perfil mais “elitista” de militantes. “Os filiados pobres não apitam mais no partido. Os operários e os servidores públicos foram tomando conta do PT. Os atingidos por barragem e os quilombolas, por exemplo, já não apitam mais”, afirma.

Lady Gaga tenta sensualizar, mas chama atenção por mostrar espinhas na bunda

Lady Gaga decidiu chocar novamente os fãs. Depois de virar notícia por aparecer meditando nua em um vídeo, a cantora saiu com uma roupa um “pouco” transparente, mas parece que a ideia não deu muito certo.
Afinal, o que chamou a atenção mesmo foram as espinhas na bunda da cantora. As fotos foram feitas quando Gaga e o namorado, Taylor Kinney, deixavam o Chateau Marmont em Hollywood, em Los Angeles, Califórnia.

Foto: Reprodução/X17

Foto: Reprodução/X17


Foto: Reprodução/X17

Foto: Reprodução/X17

Maranhão é o pior em superlotação de unidades de ressocialização

Superlotação é denunciada por levantamento do MPF, realizado em todo o país.


Flora Dolores/O Estado
Maranhão é o pior em superlotação de unidades de ressocialização.

 A superlotação na única unidade de ressocialização de adolescentes no Maranhão é denunciada em um levantamento do Ministério Público Federal (MPF), realizado em todo o país. Segundo o relatório do MPF, o Maranhão é o Estado com o pior índice do país de superlotação de internos em unidades de ressocialização. São 73 vagas e 335 internos, ou seja, 458% acima da capacidade, segundo o relatório. O estudo foi elaborado com base em vistorias feitas em 2.370 casas de acolhimento em todo o Brasil.

Segundo uma resolução de 1998, do Conselho Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente (Cedca), o Estado deveria ter oito centros de ressocialização. Entretanto, a única unidade de internação definitiva – ou seja, em que se cumprem medidas socioeducativas – que existe é a Fundação da Criança e do Adolescente (Funac) da Maiobinha, que está interditada, desde julho de 2012, por determinação da Justiça. O pedido de interdição partiu da Promotoria da Justiça dos Direitos da Infância e da Juventude para que a unidade fosse reformada para atender aos padrões do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).

As obras, ainda, não foram iniciadas, e a transferência dos adolescentes infratores só ocorreu em julho deste ano, portanto após um ano, criando outro problema: os jovens estão alojados em uma unidade que não é devidamente legalizada para atendimento de internação – a unidade do Canaã (onde estão 59 adolescentes, sendo 35 da capital e 24 do interior, onde a capacidade máxima é para 30), no bairro do Vinhais, destinada a internos que cumprem medida provisória.

De acordo com o juiz da 2ª Vara da Infância e Juventude, José dos Santos Costa, a situação só não é pior porque o número de adolescentes que respondem por medidas provisórias ou definitivas no Estado é considerado pequeno. "Os dados revelados demonstram que a situação da infância no Maranhão não é tão grave, em termos de número de adolescentes envolvidos no Estado. Pelo contrário, é pequeno. O que é grave é que nós não temos uma estrutura mínima de internação provisória de adolescentes que é exigida", afirmou em entrevista ao Imirante nesta segunda-feira (12). "Nós só temos, no Estado, duas unidades de internação provisória, uma em São Luís e outra em Imperatriz. E, para definitivo, aqueles que estão cumprindo medida socioeducativa de internação, nós só tínhamos a unidade da Maiobinha, que é o Centro da Juventude Esperança (CJE), que foi interditado há um ano e, até hoje, não iniciou nenhuma obra. Esses adolescentes, então, em internação, parte deles foram colocados em outras medidas e, atualmente, nós temos 13 adolescente que estão cumprindo medidas socioeducativas em São Luís, sendo 10 no Alto da Esperança e três no Vinhais, que é para internação provisória. O Alto da Esperança, no Anjo da Guarda, não é um local adequado, não está devidamente inscrito, registrado no Conselho Estadual da Criança e do Adolescente, como determina a lei federal. Enfim, é um local inadequado para internação", diz.

A Funac, em nota, afirma que, atualmente, existem 111 adolescentes em unidades do Maranhão, e não 335, como informou o Conselho Nacional do Ministério Público, mas que o número não é menor porque muitos adolescentes, ainda, aguardam o julgamento do processo judicial.

Solução
Segundo o magistrado, a legislação impõe diversas regras para o funcionamento de unidades de internação em todo o país. "O estabelecimento para internação de adolescentes tem uma série de exigências determinadas por lei para ter atividades múltiplas para que aquele adolescente dali, com um plano individual de atendimento, possa voltar à convivência na sua comunidade, na sua família, sem voltar a praticar ato infracional", explica.

Para dar solução à superlotação nas unidades de internação, foram marcadas diversas audiências, a partir de quarta-feira (14), com o objetivo de revogar ou substituir as medidas. Adolescentes que cumprem medidas socioeducativas podem passar a ter regime de semiliberdade ou de liberdade assistida.

O juiz alerta, entretanto, sobre a possibilidade de retorno dos recursos federais destinados para a construção de uma unidade de internação definitiva que seria construída em Imperatriz, e, até agora, não saiu do papel, e para a falta de distribuição das unidades. "A superlotação ou deficit no Maranhão está relacionado com a diminuta rede de atendimento para o adolescente em conflito com a lei no Estado do Maranhão. Não se concebe um Estado com a dimensão que nós temos só ter duas unidades provisórias.
 Não há nada lá em Timon, por exemplo. Não há nada em outro extremo do Maranhão. Enfim, tudo jogado para essas duas unidades, de Imperatriz e São Luís", conclui.

Fernandinho Beira-Mar diz ter influência sobre magistrado no Maranhão

imirante.com

Traficante Fernandinho Beira-Ma

Uma conversa entre os traficantes Luiz Fernando da Costa, o Fernandinho Beira-Mar, e Marcio dos Santos Nepomuceno, o Marcinho VP, do dia 10 de maio deste ano, no presídio de segurança máxima de Catanduvas, no Paraná, revelou ter influência sobre um desembargador do Tribunal de Justiça do Maranhão na transferência de presos para o Estado.

De acordo com reportagem do programa Fantástico, da Rede Globo, deste domingo (11), separados por um vidro e usando telefones, os traficantes, que pertencem à mesma facção criminosa, conversaram sobre uma tentativa de transferência para um presídio estadual. A transferência seria de Marcinho VP.

Segundo o áudio obtido pelo Fantástico, Beira-Mar dá força ao outro traficante, se referindo a outro preso que também quer vir para o Maranhão: ‘o que eu penso, você saindo daqui para um estadual, já é uma vitória, de lá você consegui ir para outro lugar igual o Baby…O Baby não, o Dinho está tentando ir para o Maranhão.

Marcinho VP, então respondeu que estava fazendo a mesma coisa: ‘eu também estou com um ‘corre’ no Maranhão também, minha advogada está fazendo…’.

Sem citar o nome do suposto magistrado, Beira-Mar revelou que pode ajudar, por meio um desembargador do Estado, que seria amigo de outro traficante: ‘No Maranhão eu tenho fortíssimo lá, um desembargador que era amigo do Tular…’

‘Sei, mas também tem outras pessoas que estão vendo a vaga pra mim lá’, respondeu VP.

Na conversa, os traficantes citaram ainda o pastor Marcos Pereira, líder da Assembleia de Deus dos Últimos Dias, como quem também poderia auxiliar Marcinho VP a ser transferido para o Maranhão.
A Assessoria do Tribunal de Justiça do Maranhão e a Secretaria de Estado de Segurança Pública (SSP) não se manifestou sobre o caso.


domingo, 11 de agosto de 2013

Legista do caso PC Farias contesta PM de SP e diz que filho de sargento da Rota foi assassinado




O médico legista e professor da Ufal (Universidade Federal de Alagoas) George Sanguinetti, que ficou conhecido por refazer o laudo das mortes do casal Paulo Cesar Farias e Suzana Marcolino e apontar que eles foram assassinados em 1996, afirmou em entrevista ao UOL que o filho do casal de policiais militares paulistas Marcelo Eduardo Bovo Pesseghini, 13, também foi assassinado junto com os pais.

Marcelo é até o momento o principal suspeito de ter matado o pai, o sargento da Rota (tropa de elite da PM) Luís Marcelo Pesseghini, 40, a mãe, a cabo Andréia Pesseghini, 36, a avó e uma tia avó. Para a polícia, o adolescente cometeu os quatro assassinatos entre a madrugada do último domingo (4) e a de segunda (5), com a arma da mãe, uma pistola .40, e se matou no começo da tarde de segunda, ao voltar do colégio. 

Ao analisar as fotos da sala em que Marcelo e os pais foram encontrados mortos, Sanguinetti foi categórico ao afirmar que a posição do corpo do adolescente não é compatível com a de um suicídio, e sim, com a de um assassinato.

"Há muita clareza nas posições dos corpos, que mostram que os três foram assassinados. Ao fazer os cálculos de corpos com estatura semelhantes à da mãe e do filho, podemos observar que todos foram mortos por outra pessoa", disse Sanguinetti, explicando em um cenário montado com um colchão no chão e um boneco na posição semelhante à qual Marcelo foi encontrado morto.

"A posição em que o corpo do menino caiu, com a mão direita em cima do lado esquerdo da cabeça e o braço esquerdo dobrado para trás, com a palma mão esquerda aberta para cima, não é compatível com a posição de um suicida, e sim, com a de uma pessoa que foi assassinada. A arma do crime também não está no local compatível, que iria aparecer na foto em cima da cama ou próximo aos joelhos do menino", explicou Sanguinetti.

Para ele, a equipe da perícia precisa refazer os cálculos do trajeto dos corpos ao serem atingidos pelos projéteis porque a conclusão está equivocada ao afirmar que o menino assassinou os pais e depois se matou. Ele explicou que não é impossível refazer os cálculos mesmo com o cenário desfeito e que os peritos devem se basear nas imagens para concluir "claramente" que o menino também foi vítima.

"Apesar de as pessoas próximas ao menino dizerem que ele sabia atirar, a forma como cada um deles foi morto, com apenas um tiro na cabeça, é de atirador profissional. Por mais que o menino tivesse habilidade, ele iria efetuar mais de um disparo para atingir os corpos dos pais e para se certificar de que eles teriam morrido", argumentou o legista.

Sanguinetti disse que também seguiu os cálculos da medicina legal para afirmar que o corpo de Andreia foi colocado no local em que foi encontrado. Para ele, a policial não foi morta na posição fetal. "A parte do corpo que ficou suspensa na cama corresponde a 15% da massa [corporal da vítima], e o peso restante iria fazer o corpo ser arrastado para o chão. Jamais, ao levar um tiro, o corpo conseguiria se manter em uma posição que a parte mais leve seguraria a parte mais pesada, a não ser que já estivesse com rigidez cadavérica, como podemos observar na foto."

O legista também questionou o argumento de que não foi detectada a presença de chumbo, antimônio, bário e pólvora nas mãos do menino, e que, ao efetuar supostamente os cinco disparos que mataram o adolescente, os pais, a avó Benedita de Oliveira Bovo, 67, e a tia Bernadete Oliveira da Silva, 55, o polegar e a parte dorsal da mão esquerda, obrigatoriamente, teriam algum vestígio.

"Informaram que o menino era sinistro e nem a mão esquerda, a provável a ser usada para fazer os disparos, e nem direita apareceram com resíduos de tiros. Obrigatoriamente quando efetuam-se disparos de arma de fogo os resíduos aparecem. Se disserem que ele efetuou e deu negativo o exame residuográfico estamos indo de encontro com toda a medicina legal", afirmou

O médico legista questionou ainda o porquê da equipe de criminalistas não realizar exame em microscópio para observar resíduos dos tiros na derme e na epiderme do garoto. "Eles fizeram exames somente com a lavagem das mãos em soro, mas deviam ter retirado pedaços da pele do menino para investigar os resíduos e iriam encontrar", disse.

Sanguinetti disse que também analisou os relatos do cenário da casa dos PMs paulistas assassinados e afirmou que a equipe de peritos só observou se o portão e a porta estavam intactos, sem sinais de arrombamento. "Tinha uma janela com o cadeado arrombado e eles ignoraram a informação da cena. Provavelmente a pessoa que matou os cinco entrou pelo local."

A conclusão dos médicos legistas constará no laudo elaborado pelo Instituto de Criminalística e que deverá ser entregue à Polícia Civil de São Paulo até o meio da semana.

O IC utiliza análise de manchas de sangue para indicar o momento em que o sargento foi morto. Também durante os próximos dias, o instituto deverá concluir o laudo necroscópico das outras vítimas e apontar, por exemplo, se alguma delas havia sido sedada ou se continha vestígios de pólvora.

Também aguardam o resultado de análise de peritos o computador e telefones celulares apreendidos na casa da família. Procurada nesse sábado, a assessoria de imprensa da Secretaria de Segurança Pública de São Paulo informou que "só serão considerados laudos oficiais do caso".



Ex- advogada de Roseana se declara impedida de atuar em processo contra a governadora

Desde que assumiu a vaga no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) no lugar do ministro Arnaldo Versiani,  a afirmação de suspeição de Luciana Lóssio, ex-advogada de Roseana Sarney era tida como certa nos bastidores jurídicos de Brasília. Em abril deste ano o colunista Lauro Jardim que assina a coluna Radar, na Revista Veja, já havia adiantado que isto poderia acontecer.

Hoje, em breve despacho, ela informou que “por motivo de foro íntimo, nos termos do artigo 135, parágrafo único, do Código de Processo Civil”e afirmava suspeição em relação ao processo de cassação do mandato de Roseana Sarney, declarando-se impedida de atuar no processo, onde constava como relatora.

Agora, o processo que pede a cassação dos mandatos de Roseana Sarney(PMDB) e do vice Washington Macaxeira (PT) deve ir para as mãos de um novo relator que ainda será escolhido.

lossio tse